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RADIAÇÕES PODEM CAUSAR CÂNCER

Estão por todo o lado: telemóveis, rádio, televisão, postes de alta tensão, radares, electrodomésticos, internet sem fios... E as crianças são mais vulneráveis. Mas, para que o pior aconteça, tem de haver uma exposição muito elevada. Governo quer proteger populações:
O relatório do grupo de trabalho nomeado pelo Governo para avaliar a exposição da população aos campos electromagnéticos revela que existem riscos para a saúde. O documento, divulgado pelo Correio da Manhã, alerta para a radiação emitida por antenas de telemóveis, rádio e televisão, linhas de distribuição de electricidade, assim como radares de aeroporto. A DGS diz que o objectivo é alterar e criar leis que protejam a população. Os malefícios dependem da intensidade e do tempo de exposição, mas, ainda assim, existe risco de leucemia e tumores. Os técnicos da DGS dizem mesmo que «é considerado como possível que uma intensa exposição aos campos electromagnéticos nas habitações possa aumentar ligeiramente os riscos de leucemia infantil e que esta exposição nos locais de trabalho possa aumentar ligeiramente os riscos de leucemia e tumores cerebrais em adultos». O estudo feito pela Direcção-geral de Saúde mostra que a absorção de radiações faz-se com mais facilidade em cabeças mais pequenas e em caixas cranianas mais finas. Ainda assim, os especialistas, segundo o Correio da Manhã, sublinham que estes efeitos apenas se reflectem com radiações «de uma intensidade suficientemente elevada para produzir efeitos térmicos». Lembram, no entanto, que «as radiações são omnipresentes. Não existe risco zero». Para além de todos os objectos já referidos, basta pensar também nos pequenos electrodomésticos, na internet sem fios, nos sistemas de protecção nos estabelecimentos comerciais e de detecção nos aeroportos e nos radares na estrada. A exposição a radiações, sublinham os especialistas, pode igualmente conduzir à libertação de cálcio no sistema nervoso, provocando perturbação das emoções, da memória e do sono. Este é aliás, um campo, que deve merecer prioridade nas investigações. Em declarações à TSF, o subdirector-geral de Saúde indicou que este relatório foi feito para actualizar os «níveis possíveis» de radiações «sem que haja impacto para a saúde» para que estes fossem aplicados na lei. José Robalo confirmou ainda que a exposição «descontrolada» a campos electromagnéticos nas habitações pode ser prejudicial. «Havendo um acompanhamento e um rigor na avaliação desse risco o problema não se põe», acrescentou. O objectivo, esclareceu à RTP-N, é alterar e criar leis que garantam que os produtos que emitem radiações não sejam prejudiciais à população.

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