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O Poder da Neuro Propaganda

Ao chegar aos 60 anos de idade, você terá visto uma quantidade gigantesca de anúncios. Ao todo podem somar 2 milhões. São 90 propagandas por dia, todos os dias, o que soma cerca de 16 mil horas vendo mensagens comerciais (tempo suficiente para cursar a faculdade de medicina duas vezes). E tudo isso só contando as propagandas exibidas na televisão. Se for somado os anúncios que estão em todas as mídias os números aumentarão ainda mais. Por outro lado, há um problema: quanto mais as empresas tentam inculcar propagandas na cabeça dos consumidores, menos eles dão atenção à elas. Pesquisas indicam que de cada 100 propagandas, 92 são esquecidas ou simplesmente ignoradas. Por essa razão as empresas estão se utilizando das últimas descobertas da neurologia para produzir comerciais considerados irresistíveis para os consumidores, pois seriam capazes de penetrar diretamente no cérebro humano e influenciar o comportamento da pessoas. O fato é que diversas multinacionais já utilizam esse novo tipo de marketing, denominado de neuromarketing.

Segundo pesquisas neurológicas, o que leva as pessoas a decidirem escolher entre uma marca e outra não é um processo racional, mas ligado diretamente às emoções. Segundo outra pesquisa, realizada com duas mil pessoas, pela Universidade de Montreal (Canadá) e pela Universidade Warnick (Inglaterra), quando somos expostos a marcas como Nike, Ferrari e outras, temos as mesmas emoções geradas por símbolos religiosos como a Bíblia, por exemplo. Na concepção de Martin Lindstrom, coordenador do estudo e autor do livro: “A Lógica do Consumo”, biologicamente, pensar numa marca é o mesmo que pensar em Deus, e consumir produz as mesmas emoções que rezar.

Não é por acaso que grandes empresas já fizeram ou estejam fazendo algum estudo de neuromarketing. Alguns resultados são: as pessoas gostam de carros com cara de gente, pois quando olhamos para a frente de um automóvel usamos os mesmos circuitos cerebrais que processam rostos; por algum motivo, as propagandas exibidas no período matutino têm mais impacto sobre o cérebro das pessoas; propagandas com mulheres e homens bonitos são menos lembradas pelos consumidores; as propagandas subliminares, aquelas que trazem mensagens escondidas, realmente fazem efeito sobre o cérebro. Um exemplo disso são aqulelas músicas de fundo que tocam nas lojas, elas podem ter mensagens subliminares que agem sobre o subconsciente e influenciam o comportamento das pessoas. Nos Estados Unidos da América foi realizada um experiência em cerca de 50 lojas de departamentos e supermercados. Esses estabelecimentos começaram a tocar músicas que continham uma mensagem subliminar que dizia: “Eu sou honesto e eu não vou roubar”. Essa frase era repetida muito depressa, cerca de 150 vezes por minuto e o tom era extremamente baixo, a ponto de não ser percebido pela audição humana. O resultado foi positivo, pois a quantidade de furtos caiu 37%. Outro teste parecido, porém com mensagens do tipo: “Comprar é bom”, aumentou as vendas em aproximadamente 15%. As pessoas foram praticamente obrigadas a consumir sem que percebessem o que estava acontecendo. [Fonte: Resumo da Super/Agosto de 2009]

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