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Perdendo tempo na Internet? Saiba quantas horas você fica no Facebook

Como saber quanto tempo você gasta em sites e redes sociais com o Chrome (Reprodução/Marvin Costa)

Com a extensão Web Timer, usuários do Google Chrome podem receber relatórios de todos os sites e redes sociais que vem acessando. A ferramenta é capaz de registrar o tempo gasto durante cada acesso realizado através do navegador do Google. Estas características são úteis para quem deseja otimizar o tempo que passa em determinados sites como o Facebook ou gerenciar a navegação de outras pessoas em computadores compartilhados por uma mesma família ou grupo.

Visualizando o relatório de acessos:
Passo 1. Baixe e instale o Web Timer através do TechTudo Downloads;
Passo 2. Clique sobre o ícone da extensão que está localizada no canto superior esquerdo do navegador para visualizar o relatório;
Passo 3. O relatório de acessos conta com um gráfico que apresenta um ranking dos sites mais visitados. Os usuários podem escolher entre visualizar os dados coletados no dia (Today), visualizar uma média de acessos (Average) e os dados de todo o período em que utiliza o Web Timer (All Time).
Na outra metade do relatório, podemos conferir os domínios visitados e a quantidade de tempo em que navegamos por eles. Há também uma soma dos minutos que utilizamos o Chrome durante o dia.
Visualizando o tempo de acesso de um site 
O Web Timer também permite visualizar o período de tempo em que estamos acessando um site específico, com um contador em tempo real. Para isso, temos que acessar um site e conferir o temporizador no topo da ferramenta que apresenta os minutos gastos com a navegação.
Pronto! Utilize o Web Timer sempre que quiser gerenciar o tempo que passa acessando seus sites preferidos. [Fonte: techtudo]

Quem se arrisca? Experiência desafia a ficar 99 dias sem Facebook


O experimento "99 Days of Freedom" desafia o usuário a ficar 99 dias longe do Facebook (Foto: Reprodução/ 99 Days of Freedom)

Chamado “99 Days of Freedom” (99 dias de liberdade, em português), o desafio proposto pela agência de publicidade Just pede que o usuário fique longe do Facebook por 99 dias e, em troca, o usuário irá economizar 28 horas, com base no cálculo médio de tempo que as pessoas navegam pelo rede social. O experimento é uma tentativa de boicotar estudo do Facebook que manipula das postagens no feed de notícias para observar alterações de humor de seus usuários.

O objetivo também é descobrir como a vida sem Facebook afeta a felicidade individual de que optou por trocar a Internet pela vida real. Sendo assim, os participantes receberão um questionário depois de determinados períodos para contar como tem sido sua experiência longe da rede social.  
De acordo com a Just, "a previsão é que a proposta vai render um monte de experiências pessoais positivas e, em 99 dias a partir de agora, vamos saber se essa teoria tem fundamento”.
Para participar, basta trocar a foto do perfil para avisar aos seus amigos que você está participando do desafio e que vai ficar "longe" deles, ao menos na rede social, por quase cem dias. Depois, basta preencher seu nome e e-mail (incluir o e-mail é opcional) e clicar em “Create Countdown” no site 99daysoffreedom.com  [Fonte: thectudo]

Uso excessivo do Facebook pode destruir relacionamentos


O Facebook pode ser uma boa ferramenta para fazer novas amizades e cultivar as antigas. Mas no campo dos relacionamentos amorosos, sua influência pode não ser tão positiva. Um estudo feito na Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, mostra que as relações de quem usa muito o Facebook são mais turbulentas e que desentendimentos gerados pelo uso intenso da rede social podem resultar em traição e no término do namoro ou casamento.
O estudo foi realizado com usuários do Facebook com idades entre 18 e 82 anos. Os participantes informaram a frequência com que utilizavam a rede social e se já tiveram conflitos com algum parceiro devido ao uso da ferramenta.
Analisando os resultados, os pesquisadores descobriram que casais que usavam muito o Facebook brigavam mais. “Estudos anteriores mostraram que quanto mais uma pessoa utiliza o Facebook, maiores são as chances de que ela monitore a atividade do parceiro de forma mais intensa, o que pode provocar ciúmes”, afirma Russell Clayton, doutorando da escola de Jornalismo da Universidade do Missouri e um dos autores do estudo.
Além de induzir o ciúme, de acordo com Clayton, os recursos do Facebook também podem reaproximar antigos parceiros – e arruinar seus novos relacionamentos. O pesquisador afirma que esse efeito foi mais intenso em namoros recentes, de três anos ou menos. “Isso sugere que o Facebook pode ser uma ameaça para relacionamentos que não estão completamente maduros”, afirma Clayton.
O estudo será publicado no periódico Journal of Cyberpsychology, Behavior and Social Networking.[Fonte: Veja]

Twitter é pivô de brigas de casais, diz estudo americano


O uso exagerado do Twitter pode causar conflitos e outros efeitos nocivos às relações amorosas, revelou nesta quinta-feira um estudo divulgado nos Estados Unidos. A pesquisa vai ao encontro de trabalhos anteriores, que já mostravam o impacto do Facebook no casamento e nos relacionamentos afetivos em geral.
Publicado na revista especializada Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, o estudo revelou que "o uso ativo do Twitter pode criar muitos conflitos entre casais vinculados à rede social, o que a longo prazo pode levar à infidelidade, à separação e ao divórcio".
O autor da pesquisa, Russell Clayton, da Universidade do Missouri, concluiu que essa descoberta se soma ao grande número de evidências pré-existentes sobre o lado obscuro das redes sociais e seu papel nas relações interpessoais. Outro estudo de Clayton, publicado na mesma revista no ano passado, revelou que o uso excessivo de Facebook tinha consequências negativas nos relacionamentos afetivos.
A editora-chefe da revista, Brenda Wiederhold, acrescentou que essas pesquisas destacam a necessidade de explorar mais o impacto do uso das redes sociais. "Como os estudos sobre as redes sociais ainda estão engatinhando, não sabemos se outros meios, como o Instagram, por exemplo, também podem ter um impacto negativo nas relações humanas", escreveu a editora em um comunicado.
Para a última pesquisa, os cientistas entrevistaram 581 usuários do Twitter. Entre as perguntas estava a frequência com que eles usavam a rede social e o tipo de conflito que enfrentavam com seus parceiros por causa do uso do microblog. Clayton concluiu que, quanto mais ativo é o usuário do Twitter, maiores são as chances de haver problemas com o companheiro ou companheira por causa da rede social. [Fonte: Veja - Com agência France-Presse]

Videogames Feitos Para Viciar...


Sobre o tabuleiro se podem ver dezenas de doces diferentes. A tarefa é juntar os que têm a mesma cor, mas há obstáculos e truques para conseguir ao longo dos 400 níveis. Muitos passam incontáveis horas jogando e alguns chegam a gastar centenas de dólares com isso. Candy Crush Saga, o jogo mais popular da história do Facebook, é jogado mais de 600 milhões de vezes por dia, por 50 milhões de usuários. Ele apareceu no vídeo mais recente do famoso cantor sul-coreano Psy, foi o jogo mais baixado em dispositivos Apple e Android nos últimos meses e, para milhares que se manifestam em blogs e redes sociais, é um vício irresistível. Há quem afirme que seus antecessores são Tetris e o jogo da cobra dos celulares Nokia, mas seu parente mais próximo é Bejeweled, de 2001, que consiste em ordenar diamantes da mesma cor.

Lançado em novembro de 2012 e desenvolvido pela empresa King, o Candy Crush Saga gera mais de US$ 600 mil (R$ 1,3 milhão) ao dia - segundo dados não oficiais - através das “ajudas” que os usuários podem comprar para passar de níveis mais difíceis. Os criadores insistem que é possível completar o jogo sem pagar nada, mas acredita-se que as ferramentas sejam fonte de milhões de dólares para a empresa, que não revela números.

Como em muitos jogos do tipo, a tarefa do Candy Crush parece simples: ordenar os elementos e passar de nível. No entanto, ele é feito com características diferentes para estimular o vício nos jogadores.

Para o professor de psicologia e ciências cognitivas Tom Stafford, da Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha, o vício em Candy Crush se relaciona a um fenômeno psicológico chamado efeito Zeigarnik. O psicólogo russo Bluma Zeigarnik dizia que os garçons costumam ter uma memória impressionante para lembrar-se dos pedidos, mas só até que os cumprem. Uma vez que a comida e a bebida são levadas até a mesa, eles se esquecem completamente de algo que sabiam momentos antes.

“Zeigarnik deu nome a todos os problemas em que uma tarefa incompleta fica fixada na memória. E Candy Crush gera uma tarefa incompleta”, disse Stafford à BBC. Cada tabuleiro - ou cada nível - é uma tarefa que o jogador sente a urgência de resolver, como acontece com jogos de perguntas ou dúvidas que aparecem em uma conversa e que é preciso ir à Wikipedia imediatamente: a pessoa não descansa até que saiba a resposta.

Mas o Candy Crush dá aos jogadores cinco vidas por nível e, se elas acabam, é preciso esperar 30 minutos para voltar a jogar. É meia hora durante a qual o problema fica sem resolução. “A lógica dos 30 minutos reforça a psicologia de que você tem que jogar todos os dias”, afirma Jude Gomila, da consultora de videogames Heyzap.

O jogo é hospedado pelo Facebook, o maior site de rede social do mundo, mas também está em todos os dispositivos da Apple ou com sistema Android, o que permite parar de jogá-lo em uma plataforma e retomá-lo em outra. Por isso, muitos o defendem com o argumento de que “(o jogo) nunca te deixa sozinho”. “É o primeiro jogo que realmente interconecta diferentes plataformas. Se você fica sem bateria no iPad, pode ir para o celular e, se cansa do celular, pode ir ao computador”, diz Gomila.

Os jogadores podem compartilhar não somente seus resultados no Facebook, mas também ferramentas e vidas. Assim que a pessoa publica seus resultados, pode ver a comparação entre seu progresso e o de seus amigos na rede social.

“Não há nenhum prêmio nesse jogo além da satisfação de suspeitar que suas habilidades para juntar doces são maiores que as dos seus amigos”, diz o crítico cultural June Thomas, da revista eletrônica americana Slate.

O vício em Candy Crush deu origem a uma série de piadas na internet, mas os diversos casos nos últimos anos de adolescentes que morreram após longas jornadas de uso de videogamesprovam que a ludomania (vício em jogos) é um problema sério.

Nas redes sociais já circulam fotos de um suposto centro de reabilitação para viciados em Candy Crush - uma piada que diz muito sobre o alcance do fenômeno.[Fonte: Criacionismo - BBC Brasil]

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