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Uso compulsivo de redes sociais aumenta risco de depressão

A cada vez que você entra nas redes sociais, algumas coisas podem acontecer. Você vê os seus amigos bem-sucedidos no trabalho, ou passeando, postando fotos bacanas, levando uma vida muito mais legal do que a sua. Ou você fica ali, navegando, navegando e, de repente, se dá conta de que perdeu um tempo valioso e não ganhou nada com isso. Ou ainda: vê mensagens contra você. Piadas sobre a sua aparência ou críticas a alguma coisa que você escreveu, por exemplo. A vida no mundo virtual exige uma saúde de verdade.
Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, estudaram o comportamento de quase 1,8 mil pessoas com idades entre 19 e 32 anos. A cada dia, eles avaliaram, por exemplo, quantas vezes essas pessoas entraram em alguma rede social e quanto tempo gastaram navegando. Perceberam que os mais viciados chegaram a ter quase o triplo (2,7 vezes) de possibilidades de ter depressão.
A pesquisa não diz que as redes sociais provocam depressão. Ela mostra que, quando a gente exagera, a tendência de ter depressão aumenta. Tem até uma discussão como aquela do ovo e da galinha: as pessoas gastam muito tempo com as redes sociais e ficam deprimidas, ou elas ficam deprimidas e aí usam as redes para preencher um vazio? Ou as duas coisas? Os pesquisadores reconhecem que ainda há muito o que estudar.
O chefe da pesquisa, Brian Primack, da Universidade de Pittsburgh, diz: “tem gente que só fica curtindo fotos bonitas e tem gente que discute política nas redes sociais. Falta estudar o impacto de cada uso. Mas são ferramentas importantes. Eu só pediria paras pessoas pensarem como estão usando e terem certeza de que não são elas que estão sendo usadas pelas redes sociais”.
As perguntas a seguir podem dar uma pista sobre se você é um candidato em potencial a ter depressão por uso compulsivo de redes sociais se as respostas forem "sim"..
Você sente inveja ou tem a impressão de que os outros são mais felizes ao ver nas redes socias o relacionamento bem-sucedido de um casal ? 

Você fica mal-humorado ou sente que perdeu tempo valioso depois de ficar muito tempo nas redes sociais ?

Depois de ficar muito tempo nas redes sociais você se expõe ao bullying ou outras interações negativas que podem causar depressão ? [Fonte: G1]

Brasileiro usa mais o celular do que o computador para navegar na internet

Mais da metade dos brasileiros está conectada à internet e na hora de navegar, nós estamos usando mais o celular do que o computador. As informações são da Pnad, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgada pelo IBGE.
O telefone celular já é um protagonista na vida nacional. Ele está em toda parte, a qualquer hora, em qualquer mão.
Os números da Pnad mais recente reconfirmam a importância desse aparelhinho. Setenta milhões de pessoas passaram a entrar na internet através do celular em 2014, um salto em relação aos 39 milhões que fizeram o mesmo no ano anterior.
A pesquisa mostra que 16 milhões de consumidores só usam o telefone celular para entrar na internet. É o caso de André Nascimento, que transformou o telefone em um escritório para coordenar uma equipe de revendedores de cosméticos, espalhada pelo país. André se envolve tanto que perde a noção do tempo e com frequência fica 16 horas ligado na rede.
“Às vezes, esqueço até de dormir. Esse negocinho aqui me salva, se isso acabar, acabou a minha vida”, diz o coordenador de vendas.
A especialista em estudos da internet lembra que o aumento do uso do celular para troca de dados também traz um risco para a sociedade.
"Esse dispositivo móvel acaba coletando informações e virando quase um diário da vida pessoal daquela pessoa, registrando toda a sua memória, visões. Com base no uso tão desenfreado desses dispositivos, a gente consegue coletar muitas informações, são os chamados metadados, que até hoje o Brasil não tem uma legislação de proteção pessoal", explica Celina Bottino, coordenadora do Instituto de Tecnologia e Sociedade.
Mas o usuário já não consegue viver sem a linha direta de conexão com a rede, ao alcance da mão.
“Mais prático você pode mexer na rua mesmo. Está em casa, no trabalho, na correria do dia a dia, você não tem tempo às vezes para pegar o computador, então é bem mais prático”, diz a administradora Alana Matias. [Fonte: G1]

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