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TV brasileira chega à pequena tela do celular
Se controle remoto falasse, poderia muito bem reclamar de uma conspiração contra ele. Primeiro foi o YouTube - e o conceito de compartilhar vídeos na internet - que deixou a televisão um pouco de lado, com programação definida por internautas e audiência sob demanda (cada um assiste ao programa na hora que quiser). Pois agora a coisa piorou: a TV chegou de vez ao celular.
Tem gente no Brasil produzindo programas especificamente para a telinha. Os vídeos ainda são caros e têm curta duração, mas o empenho e a qualidade de produção mostram que, se o controle remoto bobear, pode pedir aposentadoria. Afinal, os aparelhos de TV passarão da sala de estar para o bolso dos telespectadores.
O exemplo mais recente de programa para TV portátil no País é também o mais robusto. A novela Diário de Sofia, que estreou na semana passada distribuída apenas pela rede celular, experimenta linguagens e tem roteiro baseado na interação com o público. Uma adolescente de 16 anos vive seus dramas de colégio e namoro em três episódios semanais. No fim de cada um, usuários de celular escolhem entre dois finais propostos, nos moldes de Você Decide, programa que a TV Globo exibiu entre 1992 e 2000.
Diário de Sofia é, na verdade, um "mobisode", união dos termos "mobile" (celular, em português) e "episode" (capítulo), neologismo criado nos Estados Unidos na divulgação da série 24 Minutos para celulares, inspirada no sucesso televisivo 24 Horas. Funciona assim: usuários se conectam à rede wap da operadora (TIM, Vivo, Claro e Oi) e então acessam o portal de vídeos. Às segundas, quartas e sextas-feiras, novos episódios da novela entram no ar, divididos em quatro vídeos com total de 2 a 3 minutos de duração. O download de cada parte, dependendo do plano e da operadora, custa de R$ 2 a R$ 4, mais o valor pago pelo tráfego de dados. Após baixado, o telespectador pode guardar o vídeo na memória do aparelho e assistir quando quiser.
Mas R$ 10 por um episódio de 2 minutos, quase o preço de um ingresso de cinema em São Paulo, não é caro demais? "Se compararmos com outras mídias, é realmente caro. Mas perto dos demais vídeos distribuídos via wap, como clipes e trailers de filmes, é barato", afirma o diretor-executivo da Aitec Brasil, Luis Ochôa, empresa que produziu a série em 12 dias de filmagens em São Paulo e licenciou a marca Diário de Sofia no País. Antes, a novela já havia sido exibida em Portugal, Estados Unidos, Chile, Canadá, Alemanha e uma série de outros países.
A intenção da novela é seduzir o mesmo número de fãs que conseguiu mundo afora. Para isso, aposta na oferta de conteúdo multiplataforma, com vídeos e um blog na internet http://www.diariodesofia.com.br, comunidade no Orkut, interação via celular e uma coluna mensal na revista feminina Atrevida. "O público-alvo, formado por adolescentes, só interage com algo se houver o efeito comunidade", diz Ochoa.
Na prática, mais que a adaptação do formato novela para a tela pequena, há por trás uma mudança de foco no que diz respeito a conteúdo para celulares. É olhar os aparelhos como suporte, como a mídia portátil final, caminho diferente do seguido até agora, no qual os equipamentos são vistos como ferramentas de produção por usuários amadores.

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Celular de última geração

Camiseta "energética"
Por: Mylène Neno
Uma equipe de cientistas da da Organização da Comunidade Científica e de Pesquisa da Austrália (CSIRO) está desenvolvendo uma camiseta geradora de energia produzida a partir da movimentação do usuário, que eles acreditam que chegue ao mercado em cinco anos. "As pessoas nunca mais terão de se preocupar com seus celulares ou MP3 player falhando devido à bateria fraca", disse o líder do projeto da CSIRO, Dr Adam Best, ao site do Sydney Morning Herald, sobre o chamado Dispositivo de Energia Integrada Flexível (FIED, na sigla em inglês). Ainda segundo o artigo, o esforço dos cientistas ganhou um incentivo de cerca de US$ 4,6 milhões do Departamento de Defesa da Austrália, para mostrar que a tecnologia é viável. De acordo com a CSIRO, a tecnologia está sendo desenvolvida para ser incorporada a um fragmento de roupa e incluirá três componentes: um avançado tecido condutor como parte da bateria, um aparelho para coletar a energia vibratória e um sistema retificador de gerenciamento de energia para carregar equipamentos eletrônicos de soldados. Além de prover energia para equipamentos de guerra, a camiseta também poderá ser usada por idosos, como sistema de monitoramento, acrescentou o site Engadget, alertando que os cientistas ainda têm que superar os desafios de resistência do tecido à máquina de lavar, por exemplo. (Fonte: Yahoo Notícias)

Computadores de vestir

Internautas


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