Mostrando postagens com marcador Sexualização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sexualização. Mostrar todas as postagens

Qual a Intenção de "Corromper" os Super-Heróis Clássicos? Por que o Superman Agora Tem Que Ser Gay?




[...] No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez.
Homem e mulher os criou; e os abençoou [...] no dia em que foram criados. 

Os super-heróis foram originalmente criados por Judeus, sendo a representação da esperança desse povo por salvação e seu anseio pelo Salvador. Mas isso não explica totalmente o porquê são tão populares e adentram tanto na cultura pop entre as mais diferentes pessoas. Ora, podemos entender que cristãos sentem esperança ao ler esses quadrinhos, mas e ateus? O arquétipo de um salvador metafísico não deveria ressoar em seus corações ao ponto de motiva-los a consumir essa mídia. 

A questão é que esses contos fictícios são populares porque satisfazem um motivo humano básico: dividir o mundo em pessoas boas e más. Nos quadrinhos, os bandidos são maus, sabem que são maus e adoram ser maus. Enquanto temos a força oposta a eles, os super-heróis que são a representação do que é puro e bom.

Em suma, os quadrinhos de super-heróis, como outras histórias e contos moralistas, são populares em parte porque satisfazem uma motivação humana básica: a motivação para dividir o mundo social em pessoas boas e más, e para elogiá-los moralmente e condená-los de acordo. Em sua moderna encarnação em quadrinhos de super-heróis, no entanto, esses contos retratam uma moralidade exagerada que foi despojada de sua sutileza do mundo real. Em contos de super-heróis versus super-vilões, o bem moral e o mal moral são sempre ações de agentes morais facilmente identificáveis ​​com intenções e ações inequívocas. São exatamente essas qualidades que tornam essas histórias tão agradáveis. Eles oferecem o apelo de uma moralidade exagerada e caricaturada que satisfaz a inclinação humana natural para a moralização.

Dessa forma os super-heróis ajudam a moldar a formação do imaginário da criança: a imaginação é formada coletando aquilo que se experimenta com os sentidos, como todas as limitações impostas pela realidade, a fim de ajudar a criança a se instalar na própria realidade.

E mais importante, nos sentimos indignados ao ver os atos de vilania e injustiça moral retratada nas atitudes dos vilões, e a indignação moral proporciona aos indivíduos altamente sensíveis à justiça um senso mais forte de significado na vida.

Dessa forma, os quadrinhos, assim como as histórias em geral, nos proporcionam lições e propósito, principalmente para os meninos frente a ausência paterna, pois ali encontrarão lições norteadoras sobre o que significa ser um homem e qual seu papel na vida. Então, destruir esse arquétipo por corrompe-lo, faz parte da agenda progressista, pois visa retirar dos jovens os referenciais ou, ao menos, subverte-los, para que o que seja aprendido seja o contrário da proposta original.

Perverter os heróis é uma forma de perverter os jovens!

Autor: Paulo André no Facebook.

Disney mostra primeiro beijo gay em seus desenhos


A Disney mostrou, no final da semana passada e sem fazer alarde, o primeiro beijo gay em uma de suas produções. Foi num dos episódios do desenho ‘Star vs. as Forças do Mal’, criado por Daron Nefcy e exibido pelo canal Disney XD nos Estados Unidos no último dia 23/02/2017.

A cena onde dois homens se beijam apareceu de forma rápida, mas clara. O cenário era o show de uma boy band, em que uma das músicas é tão romântica que faz com que todos os casais assistindo à apresentação se beijem. No meio da maioria de casais heterossexuais, é mostrado um casal gay.

Nos últimos anos, a Disney têm sido cobrada a aumentar a diversidade sexual, racial e de gênero em suas produções. Em 2016, uma petição online chegou a sugerir que o estúdio declarasse a princesa Elsa, de ‘Frozen’, como a primeira protagonista assumidamente homossexual de suas animações.

Além disso, um suposto casal de mulheres aparece em uma das cenas de ‘Procurando Dory’, o que causou muita polêmica na rede quando saiu o trailer – a Disney nunca confirmou se a dupla fazia mesmo um casal e a cena-relâmpago na versão final do desenho também não deixa isso claro.

A cena em ‘Star vs. as Forças do Mal’ pode ser um sinal de que, num futuro próximo, mais personagens abertamente gays apareçam nas produções. Assista abaixo:




"UMA CILADA PARA ROGER RABBIT", ou, "UMA CILADA PARA AS CRIANÇAS"?

MENSAGEM SUBLIMANAR COM APELO ERÓTICO
MENSAGEM SUBLIMINAR COM PORNOGRAFIA
Aqui, pode-se ver um grande apelo ao sensualismo. Existe uma personagem do sexo feminino, que possui contornos muito chamativos, usando um vestido muito decotado. Em certo momento, esta personagem cai de um caminhão em movimento. Neste momento, seu vestido sobe e deixa a mostra seu corpo, e mostra também que ela não estava usando roupas íntimas. Este fato foi muito comentado à época do lançamento deste desenho, fazendo com que a Disney reeditasse este desenho, retirando as partes onde surgem estas imagens. Mais uma vez podemos ver que os desenhos Disney exageram nas curvas acentuadas das personagens femininas, despertando precocemente nas crianças o interesse pela sensualidade. [Fonte: Estudos Subliminares]

INFÂNCIA EXPOSTA: Erotização precoce e pública

Durante três minutos, um menino de cerca de dois anos dança só de fraldas em cima de uma mesa. Feliz, rebola e faz movimentos ritmados imitando o ato sexual. Ao som da banda baiana Kuduro, exibe uma coreografia altamente erotizada à qual provavelmente assistiu repetidas vezes, até aprender. Os que presenciam a cena, orgulhosos, registram cada movimento com seus telefones celulares e filmadoras (ver aqui).

Poderia ser apenas mais um vídeo caseiro de mau gosto postado no mundo-cão da internet. Mas a situação tem um agravante. Um blog – dedicado a divulgar fatos bizarros, é claro – hospedado no site de um dos mais respeitados jornais do país não só recomenda o vídeo como também disponibiliza o link para quem quiser assistir. E diz: "É a prova viva que brasileiro nasceu dançando...Vale a pena conferir!"

Danos duradouros:

Neste caso, de quem é a responsabilidade sobre a exposição indevida do menino? Da família que, no auge da euforia, não percebe os riscos da brincadeira? Se nem avalia uma possível queda, poderia estimar o potencial explosivo do vídeo nas mãos dos milhares dos pedófilos sempre de plantão na rede? Das autoras do blog? Podem ser culpadas por divulgar a dança inusitada? Do jornal que abriga o blog? Da sociedade que se diverte? Ou do Estado que se omite?

A questão da responsabilidade pelo conteúdo na internet é nebulosa, mas o Estatuto da Criança e o Adolescente é claro: "É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente".

A fama do menino termina em 15 minutos. Já a erotização precoce e pública deixa marcas profundas. [Fonte: Observatório da Imprensa]

TV a cabo pede desculpas por transmitir Playboy em canais infantis

Diretores de uma empresa de TV a cabo dos Estados Unidos pediram desculpas depois que a rede transmitiu acidentalmente imagens do canal erótico Playboy TV em dois canais infantis.

O porta-voz da Time Warner Cable (TWC) disse que um "problema técnico" fez com que as imagens do canal fossem transmitidas no lugar errado por duas horas no Estado da Carolina do Norte (sudeste do país) na terça-feira.

As imagens foram transmitidas entre as 6h15 e 8h15 em determinadas casas em pelo menos quatro condados no centro do Estado - Wake, Johnston, Wilson e Wayne, de acordo com o canal de TV local WRAL.

A empresa foi informada sobre o erro por pais de crianças que telefonaram para reclamar.

‘Pior hora e pior canal’

O problema aconteceu no menu usado para escolher os programas dos canais Kids On Demand e Kids Preschool On Demand, em um sistema que permite ao telespectador escolher exatamente o que quer assistir.

Em uma janela na tela do menu onde deveriam aparecer imagens dos programas infantis disponíveis surgiram imagens de mulheres nuas conversando sobre sexo.

A TWC disse que tem procedimentos especiais para detectar erros do tipo, mas que eles não funcionaram porque apenas poucas casas foram afetadas pelo problema.

"Nós lamentamos muito, muito que isso tenha acontecido – nós sabemos que os pais estão preocupados", disse o porta-voz Keith Poston, ao WRAL.

"Levou cerca de uma hora para que ficássemos sabendo do problema e conseguíssemos consertá-lo", disse.

"Foi um problema técnico e infelizmente ele aconteceu na pior hora possível, no pior dos canais possíveis." [Fonte: BBC Brasil]

Estudo diz que sexo na mídia estimula violência contra mulher

Um estudo divulgado nesta sexta-feira afirma que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdo sexual na mídia vem reforçando a ideia da mulher como objeto de desejo e alvo de violência doméstica.

O relatório Sexualização dos Jovens, da psicóloga Linda Papadopoulos, encomendado pelo Ministério do Interior britânico, diz que os jovens estão cada vez mais expostos a conteúdo relacionado à sexualidade por meio de revistas, televisão, internet e aparelhos de celular, sem que os pais consigam controlar isso.

Segundo ela, esse conteúdo está “legitimando a ideia de que as mulheres existem para serem usadas e de que os homens existem para usá-las”.

Nesse contexto, a pesquisadora entende que a posição da mulher como alvo de violência doméstica acaba virando comum e até aceitável.

Da sexualidade à violência

O estudo diz que as crianças estão sendo cada vez mais retratadas como adultos, enquanto adultos são infantilizados, o que confunde as noções de maturidade e imaturidade sexual.

Além disso, tanto mulheres quanto homens são levados pela mídia a buscar um ideal de aparência física "fora da realidade”, o que resulta em “insatisfação com o próprio corpo, um reconhecido fator de risco para a autoestima, para depressão e distúrbios alimentares”.

Os pais precisam dar um passo adiante e tomar o controle. Eles precisam impor limites saudáveis. [Sue Berelowitz, vice-comissária da criança na Inglaterra]

“Um tema dominante em revistas parece ser a necessidade das garotas de se apresentarem como sexualmente desejáveis para atrair a atenção masculina”, diz o estudo.

Seguindo esse mesmo raciocínio de subserviência feminina, a violência contra as mulheres acaba sendo banalizada.

O relatório aponta que, desde 2004, a exibição na TV de cenas de violência contra a mulher cresceu 120%, enquanto as de agressão contra adolescentes aumentou 400% no período. Além disso, no cinema, 75% dos personagens e 83% dos narradores são homens.

Papel dos pais e da escola

Papadopoulos entende que essa lógica explica os resultados de uma pesquisa do Ministério do Interior britânico divulgada neste mês.

A análise revelou que 36% dos britânicos acreditam que, em caso de estupro, a mulher deve ser parcialmente responsabilizada se estiver bêbada, e 26% pensam assim no caso de a vítima estar usando roupas sensuais.

A psicóloga cita ainda o dado de que uma em cada três garotas britânicas entre 13 e 17 anos já teve de fazer sexo contra a sua vontade, enquanto 25% delas já sofreram algum tipo de violência física.

Para reverter esse quadro, o relatório defende que os pais acompanhem mais de perto como seus filhos usam a internet e seus celulares e que o Estado tome medidas para coibir a banalização da sexualidade.

A pesquisadora também recomenda que as escolas tragam essa discussão sobre a igualdade de gênero para as salas de aula. [Fonte: BBC Brasil]

Contracultura BBB

Juiz determina que Globo corrija informações sobre aids:
O juiz Paulo Cezar Neves, da 3ª Vara Civil Federal de São Paulo, acolheu parcialmente, nesta segunda-feira, pedido de liminar em ação cautelar feito pelo Ministério Público Federal (MPF) contra a Rede Globo. Neves determinou à Rede Globo que veicule, aos telespectadores do Big Brother Brasil 10, esclarecimento sobre as formas de transmissão da aids.
A iniciativa foi motivada por uma conversa entre dois participantes do BBB 10 apresentada no dia 9 de fevereiro. Segundo o MPF, o participante Marcelo Dourado, finalista do reality show, afirmou que pessoas heterossexuais "não pegam aids" e que obteve a informação com médicos. O participante assegurou ainda que um homem pode transmitir a doença, por meio do sexo, para outro homem, mas uma mulher não a transmite, nas mesmas condições, para homens.
Ainda no documento, o juiz endossou as críticas feitas pelo MPF e fixou uma multa, em caso de descumprimento, no valor de R$ 1 milhão. De acordo com o MPF, ao optar pela exibição desta fala do participante, a emissora "prestou um desserviço para a prevenção da aids no Brasil". O Ministério Público havia pedido para o esclarecimento o dobro do tempo gasto por Dourado sobre suas teses sobre a transmissão da aids. O juiz, no entanto, concedeu tempo igual ao gasto no episódio do BBB.
A Procuradoria também abriu inquérito civil público para apurar o dano à sociedade causado pela exibição da conversa do participante Marcelo Dourado com outros moradores da casa do BBB 10. A emissora, avalia o MPF, "deixou de fornecer informações corretas sobre as formas de transmissão do vírus HIV".(Estadao.com.br)

Preste muita atenção nessa advertência!

REPASSANDO...ALERTA!
Pessoal, recebi este email, e mesmo que "percam" 5 minutos do seu dia lendo ele, acho que vale muito a pena!! Se você ama de verdade a sua família, não dê ibope a este festival de mentiras, de embrutecimento !!!!!!!!!!!
A SILENCIOSA INVESTIDA DA REDE GLOBO
Saudações amigos! Dias atrás eu conversava com minha esposa sobre a programação da Rede Globo, do padrão de qualidade, da audiência, do investimento gigantesco em publicidade e das inúmeras repetidoras espalhadas no Brasil e no mundo. Acontece que a Globo, com todo esse poder de penetração na sociedade e dentro de nossas casas, vem introduzindo, silenciosamente, uma cultura de libertinagem, traição, adultério e rompimento com a célula familiar de forma sutil. Com o advento do BBB10 a Globo conseguiu o que ela vinha tentando há muito tempo, o beijo gay ao vivo. Em duas cenas do BBB 10 aconteceram dois beijos Gay e quando um deles foi "líder" a produção do programa teve o cuidado de colocar sobre uma estante a foto do beijo, com isso a Globo faz com que seus fiéis telespectadores vejam o beijo gay como algo comum e engraçado, ou seja, aceitável.
Agora, nas novelas globais o beijo gay vai acontecer, induzindo esse comportamento aos jovens e adolescentes, induzindo legisladores a criarem leis que abonem tal comportamento. No mesmo BBB 10 uma das participantes declarou-se lésbica e com essa declaração todas as demais mulheres do programa se aproximaram dela sendo protagonizado o selinho lésbico no programa e todos os demais a apoiaram sob o manto sagrado do não preconceito. Na novela Viver a Vida o tema principal mostrado de forma engraçada e aceitável é a da traição e do adultério.
A Globo leva ao telespectador ao absurdo de torcer para que um irmão traia o outro ficando com sua namorada.A traição nessa novela é a mola mestra da máquina, todos os personagens se traem, e isso é mostrado de forma comum, simples, corriqueiro. Mas talvez, a investida mais evidente e absurda esta na novela das 6h, Cama de Gato.
A Globo superou todos os limites nessa novela ao colocar como tema uma música do grupo Titãs.Na música, nenhuma linha de sua letra se consegue tirar algo de poético, de aconselhável pra vida ou de apoio.
A letra da música faz menção discarada do Inimigo de nossas almas que deseja entrar em nossa casa (coração) e destruir tudo, tirarem tudo do lugar (destruir a célula familiar e nossa fé). A música chega ao absurdo de dizer que devemos voltar à mesma prisão, a mesma vida de morte que vivíamos. Amados amigos, fica o alerta, às vezes nem nos damos conta do real propósito de uma novela, de um programa, de uma música, e como Jesus esta às portas, as coisas do mal estão cada vez mais evidentes e claras. Até os incrédulos estão percebendo que algo esta errado. Aproveito para trazer ao conhecimento a letra dessa música, cuidadosamente escolhida pela Globo para servir de tema da dita novela; música de abertura da novela.
Vamos deixar que entrem
Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem
Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem
O que eu construi pra mim
Que joguem lixo
Que destruam o meu jardim Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro Vamos deixar que entrem
Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa
E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem
Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis
E queimem tudo o que restar Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero Vamos deixar que entrem
Como uma interrogação
Até os inocentes
Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem
Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo
Aqui já não tem beleza Vamos deixar que entrem
E fiquem com o que você tem
Até o que é de todos
Já não é de ninguém
Pedir que quebrem
Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo
Já esta em ruinas Vamos deixar que entrem
Nada é como você pensa
Pedir que sentem
Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem
Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas
Quem é que pode estar seguro? Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação - a falta de futuro Eu quero o mesmo inferno
A mesma cela de prisão - a falta de futuro
O mesmo desespero
Imaginem tudo isso entrando em sua casa... Isso tudo é uma maldição. Quando você liga sua televisão, você abre uma janela para entrar em sua casa coisas boas ou ruins - isso é uma questão de escolha. Imaginem nossas crianças cantando isso? Trazendo isso pra dentro do coração e da alma dela? Imaginem você cantando isso?Tente imaginar de onde o compositor dessa pérola tirou inspiração para compôr tamanha afronta? A palavra de Deus é clara quando diz; quem esta de pé, veja que não caia. e ainda; examinai todas as coisas, retende o que é bom. Ai pergunto, parafraseando a própria Bíblia; pode porventura vir alguma coisa boa da Rede Globo? Pense nisso, anuncie isso, faça conhecer, livre alguns dessa humilhação, dessa opressão, dessa falta de futuro, dessa cela de prisão.. "Foi para LIBERDADE que Cristo nos libertou." (Gálatas 5.1a) Jesus esta à porta, e você o que tens preparado para quem será? Se você ama a sua família comente isso com os seus filhos e não deixe os seus amigos de fora. Esta situação não pode continuar. [Autor Desconhecido]

NOTA DO EDITOR DO BLOG:

Diante das muitas manifestações em relação ao texto acima, as quais atribuem a autoria do mesmo a minha pessoa, declaro que: não sou o autor do texto e o mesmo não expressa necessariamente a minha opinião. Sou totalmente contra qualquer tipo de preconceito e discriminação, inclusive a qualquer manifestação homofóbica. Entretanto, esse espaço é democrático e o objetivo do mesmo é gerar a reflexão e o debate, dando oportunidade a todos de manifestar os seus pensamentos e ideias. Prova disso é o fato de que tenho publicado todos os comentários recebidos, exceto aqueles que são marcados por preconceito e acusações infundadas e desrespeitosas.

Obrigado por sua participação e por apreciar e interagir com os conteúdos aqui veiculados.

Jorge Schemes - Editor

Estudo liga programas de TV à gravidez na adolescência

Adolescentes que assistem muitos programas de TV com conteúdo sexual – sejam cenas ou diálogos – têm probabilidade duas vezes maior de engravidar nos três anos seguintes do que os jovens que assistem poucos desses programas, segundo um estudo da RAND Corporation publicado nesta segunda feira pela revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria.

O estudo americano é o primeiro a estabelecer uma relação direta entre a exposição de adolescentes a conteúdo sexual na TV e gravidez – tanto de meninas, como dos garotos que assistem aos programas e engravidam suas namoradas.

Para a pesquisadora Anita Chandra, que liderou o estudo, os “adolescentes recebem considerável quantia de informação sobre sexo através da TV e a programação normalmente não destaca os riscos e responsabilidades do sexo”.

“Nossas conclusões sugerem que a televisão pode desempenhar um papel significativo nas altas taxas de gravidez adolescente nos Estados Unidos.”

Metodologia

No estudo, os pesquisadores acompanharam 2.000 adolescentes entre 12 e 17 anos de idade durante três anos. Os pesquisadores perguntavam sobre os hábitos televisivos e sexuais dos adolescentes.

A análise é baseada nos resultados de cerca de 700 participantes que haviam iniciado suas atividades sexuais neste período e falaram de seu histórico de gestações.

As informações sobre os hábitos televisivos foram combinadas com os resultados de uma outra análise sobre programas de televisão para determinar a freqüência e o tipo de conteúdo sexual a que os adolescentes estão expostos quando assistem TV.

Para os pesquisadores, o conteúdo sexual dos programas pode influenciar a taxa de gravidez na adolescência ao criar a percepção de que relações sexuais sem a proteção anticoncepcional oferecem pouco risco, e estimulando jovens a se iniciar sexualmente mais cedo.

Os pesquisadores se concentraram em 23 programas, que incluíam dramas, comédias, reality shows e programas de auditório.

“A quantidade de conteúdo sexual na televisão dobrou nos últimos anos, e há pouca representação de práticas seguras de sexo nesses programas”, diz Chandra.

“Apesar de ter havido algum progresso, os adolescentes que assistem televisão ainda vão encontrar pouca informação sobre as conseqüências de práticas sexuais sem proteção entre os muitos programas mostrando sexo.”

Outros fatores

Os pesquisadores afirmam, no entanto, que outros fatores influenciam a gravidez na adolescência.

Adolescentes que moram com os dois pais têm probabilidade menor de engravidar, enquanto meninas, negros e adolescentes com problemas de comportamento como disciplina, estão mais propensos a engravidar.

Os jovens que pretendiam ter filhos cedo também têm mais propensão a engravidar durante a adolescência.

Os pesquisadores recomendam que as redes de TV sejam encorajadas a incluir programas que mostrem relações sexuais de forma mais realista e incluam conseqüências do sexo sem proteção, como doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada.

Eles ainda recomendam que os pais assistam televisão com os filhos adolescentes para explicar as conseqüências de sexo sem proteção e que pediatras perguntem aos jovens que programas de TV eles assistem, para dar mais informações sobre métodos anticoncepcionais.

Mas Chandra afirma que a televisão é apenas parte da dieta midiática dos adolescentes. “Nós também devemos investigar o papel das revistas, da internet e da música”, afirmou.

A taxa de gravidez na adolescência vem caindo nos Estados Unidos desde 1991, mas o país ainda é um dos que tem maior incidência entre os países desenvolvidos.

Quase um milhão de jovens meninas engravidam a cada ano, sendo que a maioria dessas gestações não são planejadas. As pesquisas mostram que as mães adolescentes têm mais propensão do que outras meninas a abandonar a escola, precisar de benefícios e viver na pobreza.

A RAND é uma organização de pesquisas sem fins lucrativos que produz análises para o setor público e privado. (Fonte: BBC Brasil)

Beijo de Cebola e Mônica cria polêmica; fãs querem aproximação de Cascão e Magali

Antes mesmo de chegar às bancas, o último número da revista em quadrinhos "Turma da Mônica Jovem", que mostra Mônica e Cebola se beijando, já causou polêmica entre os fãs em comunidades do Orkut. A maioria dos fãs gostou e até esperava há tempos pelo namoro dos personagens, que viviam brigando na infância. Nas discussões, alguns membros apostam também na união de Cascão e Magali. Para alguns membros, esse novo namoro poderia esquentar ainda mais as estórias, já que Magali tem um namorado, Quinzinho.
O primeiro beijo de Mônica e Cebola trouxe polêmica e especulações entre os fãs: Na comunidade Turma da Mônica Jovem (Mangá), que tem mais de 3.000 membros, a capa da revista, divulgada com antecedência, trouxe enorme curiosidade para os fãs, muitos duvidando que eles iriam mesmo se beijar. Uma enquete foi lançada na comunidade dias atrás, perguntando se os membros realmente acreditavam que o beijo se consumasse. Na respostas, 76% responderam que sim e iriam adorar; 10% concordaram, mas lamentaram. Outros 5% disseram que "não, infelizmente" e 2% responderam que "não, ainda bem". No fórum lançado na comunidade sobre o número 4, que mostra a cena na capa, o beijo trouxe enorme opiniões controversas e especulações. A maioria torcia pelo beijo. A integrante da comunidade Juliane disse que eles já "são 'amigos' há tanto tempo, acho mesmo é que demorou pra eles ficarem juntos". Mesmo assim achou o beijo muito "choco" e que deveria ter demorado mais. Outra pessoa da comunidade, Gabriela (Bee), não aprovou a rapidez com que eles se beijaram, no quarto número da série. "As coisas estão corridas demais" e "acho que o relacionamento deles foi muito mal construído", disse no fórum. A série que mostra a adolescência dos personagens é publicada pela editora Panini e teve o primeiro número lançado em agosto. A soma da venda das edições anteriores ultrapassa 500 mil exemplares.
Leia mais:
Revista com o primeiro beijo de Mônica chega hoje às bancas

Sexualização na mídia afeta saúde mental de meninas, diz estudo

A representação de jovens mulheres como objetos sexuais na mídia, prejudica a saúde mental de adolescentes, dizem especialistas americanos.
A exposição em revistas, televisão, videogames, videoclipes, filmes, letras de música, revistas, videogames e internet tem um efeito danoso para o desenvolvimento de garotas adolescentes, diz um relatório da Associação Americana de Psicologia, divulgado nesta segunda-feira. A sexualização - que, segundo a associação, ocorre quando uma pessoa é vista como um objeto sexual e quando alguém é valorizado apenas por seu apelo ou comportamento sexual - pode levar à perda de auto-estima, depressão e anorexia. Segundo o relatório, há exemplos da sexualização de jovens em todos esses veículos. Os casos teriam aumentado com o surgimento de novas mídias, como a internet, e com a popularização do acesso à informação. Entre os exemplos usados pelo relatório está um comercial de tênis que mostra a cantora Christina Aguilera vestida com uniforme escolar com a camisa desabotoada, lambendo um pirulito.
Efeitos negativos “As conseqüências da sexualização de meninas na mídia hoje são muito reais e provavelmente terão uma influência negativa no desenvolvimento saudável das jovens”, disse Eileen L. Zurbriggen, presidente da força tarefa da Associação Americana de Psicologia que preparou o relatório e professora de psicologia da Universidade da Califórnia. “Nós temos amplas evidências para concluir que essa sexualização tem efeitos negativos em uma série de áreas, incluindo o funcionamento cognitivo e físico, a saúde mental e o desenvolvimento sexual saudável”, afirmou. As meninas podem acabar se sentindo desconfortáveis em seu próprio corpo, tendo problemas de auto-estima, distúrbios alimentares, depressão e uma auto-imagem sexual pouco saudável. “Como uma sociedade, nós precisamos substituir todas essas imagens ‘sexualizadas’ com outras que coloquem as meninas em cenários positivos, que mostrem como são competentes e especiais”, disse Zurbriggen. Segundo os psicólogos, os pais podem acabar contribuindo para o problema ou podem assumir uma posição protetora e educativa.
Responsabilidade A associação fez um apelo para que os pais, educadores e profissionais de saúde fiquem atentos para o potencial impacto da sexualização sobre adolescentes. “O objetivo é levar para todos os adolescentes, meninos e meninas, mensagens que levem a um desenvolvimento sexual saudável”, afirmou Zurbriggen. O relatório recomenda ainda que as escolas tenham programas de educação sexual que mostrem aos alunos o impacto da exposição de jovens como objetos sexuais. Para Andrew Hill, professor de psicologia médica da Universidade de Leeds, na Inglaterra, disse: "Se você olhar as revistas para meninas, é tudo sobre sexo. Nós somos uma sociedade visualmente absorvida, nossa visão das pessoas é dominada pela aparência delas". "Uma das chaves aqui é a responsabilidade social. Os anunciantes e outras mídias precisam estar cientes de que os produtos que produzem e as imagens associadas a eles têm um impacto, e esse impacto não é sempre bom." (Fonte: BBCBrasil)