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Vídeos Curtos Estão Prejudicando o Desenvolvimento Cognitivo das Crianças, Apontam Estudos


Novos estudos acadêmicos revelam que o consumo frequente de vídeos curtos está comprometendo significativamente o desenvolvimento cerebral infantil. Pesquisas conduzidas na Universidade de Macau indicam que a prática de rolagem infinita (scrolling) em plataformas de conteúdo rápido está criando uma geração com sérios déficits cognitivos.

As investigações, conduzidas pelas especialistas Wang Wei e Anise Wu Man Sze, estabeleceram uma relação direta entre o consumo compulsivo destes formatos digitais e problemas como déficit de atenção, quadros de ansiedade social e sensação crônica de insegurança nas crianças. Os resultados também apontaram para um impacto mensurável no desempenho acadêmico dos jovens expostos regularmente a este tipo de conteúdo.

De acordo com Wei, psicóloga educacional à frente do estudo, a arquitetura dessas plataformas representa riscos particulares para cérebros em formação. “O ritmo acelerado e o estímulo constante dos vídeos curtos competem diretamente com atividades offline que são essenciais para o desenvolvimento saudável”, explica a pesquisadora.

A análise demonstrou um padrão preocupante: quanto mais tempo as crianças dedicam ao consumo desses conteúdos, menor se torna seu engajamento escolar. O problema fundamental, segundo as especialistas, está nos algoritmos personalizados que acabam satisfazendo necessidades psicológicas que normalmente deveriam ser atendidas através de interações no mundo real.

Anise Wu Man Sze, professora de Psicologia na mesma instituição, complementa que a hiperestimulação sensorial característica dos vídeos curtos interfere diretamente nos processos naturais de desenvolvimento cerebral. A facilidade de acesso a estes conteúdos transformou o formato em uma ferramenta de escapismo para evitar situações desconfortáveis, pressões cotidianas ou conflitos familiares.

“Fatores como estresse diário, ambiente familiar e até predisposições genéticas podem contribuir para o estabelecimento de uma dependência real”, destaca Wu. Segundo ela, o vício se manifesta principalmente quando o uso começa a interferir em aspectos fundamentais do bem-estar, como a qualidade do sono, relações familiares ou o rendimento durante as aulas.

As pesquisadoras alertam que simplesmente confiscar dispositivos não é a abordagem mais eficaz para lidar com o problema. Wei defende uma estratégia mais abrangente, focada no desenvolvimento da autorregulação por parte das próprias crianças.

“É essencial satisfazer as necessidades emocionais dos jovens através de experiências no mundo real, enquanto simultaneamente os ensinamos a gerenciar seu próprio tempo de tela. Proibições radicais tendem a gerar resistência e não promovem o aprendizado necessário para navegar responsavelmente pelo mundo digital”, conclui a especialista.

FONTE: MSN

BRAIN ROT: Como as Redes Sociais Afetam o Cérebro de Crianças e Adolescentes eBook Kindle



📲 Seu filho está crescendo no mundo das telas. Mas você sabe o que isso está fazendo com o cérebro dele?

As redes sociais não são apenas distrações. Elas foram projetadas para prender atenção, manipular recompensas cerebrais e moldar emoções. Para crianças e adolescentes, cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento, os efeitos podem ser profundos — e muitas vezes invisíveis até que seja tarde demais.

No eBook “BRAIN ROT: Como as Redes Sociais Afetam o Cérebro de Crianças e Adolescentes”, Jorge Schemes revela, com base em pesquisas atuais, como plataformas digitais influenciam cognição, comportamento e saúde mental dos jovens.

✅ Entenda como o excesso de telas afeta memória, atenção e autoestima
✅ Conheça estratégias práticas para pais e educadores protegerem e guiarem a próxima geração

Este não é um alerta alarmista, mas um convite para refletir, compreender e agir. Se queremos um futuro digital mais saudável, precisamos começar agora.

📖 Clique e mergulhe nesta leitura transformadora. O cérebro dos nossos jovens merece essa atenção.

Pesquisa Aponta que Aquisição Precoce de Aparelhos Eletrônicos Eleva Risco de Depressão, Obesidade e Distúrbios do Sono


Uma pesquisa recente revela que indivíduos que recebem aparelhos eletrônicos ainda na infância apresentam maior probabilidade de desenvolver problemas como depressão, obesidade e distúrbios do sono. O estudo destaca que a chegada antecipada dos dispositivos móveis ao cotidiano dos jovens interfere no desenvolvimento de hábitos saudáveis, predispondo-os a alterações emocionais e físicas ao longo do tempo.

Conforme os autores da pesquisa, o uso excessivo de aparelhos eletrônicos desde cedo está associado a padrões de comportamento que contribuem para o surgimento da depressão. A exposição prolongada às redes sociais pode favorecer a comparação constante, a sensação de inadequação e até episódios de cyberbullying. Além disso, o estilo de vida cada vez mais sedentário, marcado pela permanência em frente a telas, é um dos fatores que intensificam o acúmulo de peso e o aumento do índice de massa corporal, refletindo diretamente na obesidade infantil e juvenil.

Além dos efeitos sobre o estado de humor e o peso corporal, os distúrbios do sono aparecem com frequência entre aqueles que começam a utilizar aparelhos eletrônicos em idade precoce. A luz azul emitida pelas telas interfere na produção natural de melatonina, hormônio responsável pelo ciclo sono-vigília. Assim, é comum que crianças e adolescentes apresentem dificuldade para adormecer, despertem várias vezes durante a noite ou durmam por período insuficiente, comprometendo a concentração e o rendimento escolar.

Para chegar a essas conclusões, a pesquisa analisou diferentes faixas etárias, comparando o comportamento de quem teve acesso a tablets, smartphones e outros dispositivos eletrônicos desde a infância com aqueles que passaram a utilizá-los mais tarde. Os pesquisadores aplicaram questionários sobre hábitos de uso, saúde mental e indicadores de bem-estar físico, buscando entender a relação direta entre tempo de exposição às tecnologias e o surgimento de sintomas relacionados à depressão, ganho de peso e alterações no sono.

Diante dos resultados, especialistas recomendam acompanhamento mais rigoroso por parte dos pais e responsáveis, com limites claros para o tempo diário de uso de aparelhos eletrônicos. Orientações vindas de psicólogos, educadores e profissionais de saúde reforçam a importância de equilibrar atividades digitais com momentos de lazer ao ar livre, práticas esportivas e interação social sem telas. Dessa forma, pretende-se minimizar os riscos apontados pela pesquisa, promovendo um desenvolvimento mais saudável e prevenindo complicações futuras.

FONTE: MSN



NOMOFOBIA: A DOENÇA DIGITAL: Um Guia Prático Para pais, Educadores e Jovens eBook Kindle


Seja você paieducador ou jovem, a nomofobia – o medo de ficar sem o celular – é uma realidade que afeta cada vez mais pessoas. A linha entre o conectado e o viciado está cada vez mais tênue, e os impactos na saúde mental, nos relacionamentos e no desempenho diário são alarmantes.

Mas a boa notícia é que existe um caminho para o equilíbrio!

Apresentamos:

NOMOFOBIA: A DOENÇA DIGITAL - Um Guia Prático Para Pais, Educadores e Jovens

Este não é apenas mais um livro. É o seu manual completo para entender, prevenir e combater a dependência digital.

Aqui você vai descobrir:

  • O que é a nomofobia e como ela se manifesta em diferentes idades.

  • Estratégias eficazes para pais estabelecerem limites saudáveis e conversarem abertamente com seus filhos.

  • Ferramentas práticas para educadores identificarem e lidarem com a nomofobia em sala de aula.

  • Dicas essenciais para jovens reconhecerem os sinais e reconquistarem o controle sobre sua vida digital.

  • Caminhos para um bem-estar digital real, promovendo conexões humanas genuínas e valorizando o mundo offline.

Não deixe que a tela roube a presença, a atenção e a felicidade de quem você mais se importa.

Diga adeus à ansiedade digital e redescubra a alegria de estar verdadeiramente presente!

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Entenda a Síndrome Que Está Levando Crianças e Adolescentes a Internações Psiquiátricas

Entenda a síndrome que está levando crianças e adolescentes a internações psiquiátricas

Burnout digital não é apenas cansaço excessivo após um dia com o celular na mão. Este é o nome da síndrome que tem levado crianças e adolescentes a quadros de exaustão tão severos que resultam em internação em clínicas psiquiátricas.

A Alemanha inaugurou recentemente uma clínica para crianças e jovens dependentes digitais. Uma equipe multidisciplinar do hospital oferece atividades que deveriam fazer parte do cotidiano, como respirar com calma, olhar nos olhos, dialogar, reconhecer o próprio corpo, se movimentar.  Especialistas em infância relatam que adolescentes em abstinência digital chegam a passam noites sem dormir, choram, gritam, ficam extremamente irritados. E, aos poucos, são capazes de reaprender a conversar, brincar, interagir, durante o processo de desintoxicação digital.

No ano passado,  a Rede Globo exibiu histórias de jovens viciados em telas e o poder desse vício sobre eles. Uma delas era a de um garoto de 15 anos que ganhou o primeiro celular aos seis anos de idade dos pais, para que eles pudessem resolver suas tarefas com mais tranquilidade. O pai do adolescente com vício grave mostrou imagens das mais de 40 mordidas que levou do filho durante crises de abstinência de tela.

O que é burnout digital

Embora o termo ainda não conste formalmente em manuais diagnósticos, ele tem sido usado por clínicos e pesquisadores para descrever um estado de exaustão mental, emocional e comportamental relacionado ao uso excessivo e desregulado de telas, redes sociais e mídia online.

No burnout digital, o que começa muitas vezes como diversão ou entretenimento pode evoluir para uma sobrecarga silenciosa: estímulos incessantes, expectativa de resposta imediata a mensagens, comparação social em redes e atividades que competem com sono, interação real e outras experiências essenciais para o desenvolvimento infantil.

Crises de ansiedade paralisantes, agressividade intensa e episódios de automutilação são outros sintomas graves que podem levar crianças e jovens à internação. Um estudo publicado na revista Child Psychiatry and Human Development analisou dados de mais de 1.100 admissões em unidades de psiquiatria pediátrica antes e depois da pandemia de Covid-19. Os pesquisadores identificaram que problemas associados à comunicação online, dificuldades em estabelecer limites e conflitos decorrentes do uso digital foram responsáveis por uma parte significativa dos casos, incluindo aqueles que exigiram internação.

Sinais que podem indicar risco

  • Queda no rendimento escolar
  • Irritabilidade persistente
  • Dificuldade de concentração
  • Isolamento social
  • Insônia
  • Comportamentos compulsivos
  • Explosões emocionais

Esses sintomas podem ser confundidos com outros transtornos, o que dificulta o reconhecimento precoce, mas a combinação deles associada ao uso intenso de tecnologia merece atenção.

O que a ciência mostra

Pesquisas independentes já demonstram a relação entre uso intensivo de mídias digitais e bem-estar psicológico prejudicado. Estudo realizado com quase 14 mil crianças com idades entre 9 e 12 anos e publicado em 2025 pela revista científica Pediatrics indica que crianças que já têm acesso a celulares aos 12 anos apresentam maior risco de ter sintomas depressivos, insônia e obesidade, sobretudo quando não há supervisão de tempo de uso.

Além disso, revisões sistemáticas sobre tempo de tela e saúde mental em adolescentes mostram que uso excessivo está associado a sintomas de ansiedade e depressão, especialmente entre meninas.

O alerta dos especialistas

O pediatra Daniel Becker, referência em saúde infantil, tem sido enfático: “uma criança exposta sem controle ao TikTok está sujeita a prejuízos físicos, mentais, emocionais e sociais seríssimos”, alerta, destacando que quanto mais tempo em redes sociais, maior a probabilidade de sintomas como tristeza e dificuldades de desenvolvimento emocional.

Iniciativas como o Movimento Desconecta, criado por mães preocupadas com a hiperconexão de crianças e adolescentes, também reforçam a necessidade de limites e de reconectar a infância com atividades reais, que valorizem o brincar, a natureza e o convívio presencial para diminuir os riscos à saúde mental.

Como pais e responsáveis podem agir

  • Limitar tempo de tela diário, principalmente à noite
  • Estabelecer rotinas sem dispositivos pelo menos 1 hora antes de dormir
  • Estimular atividades offline como esporte, leitura e brincadeiras ao ar livre
  • Diálogo aberto sobre uso da tecnologia e sentimentos
  • Se os sintomas persistirem mesmo com limites mais rígidos, buscar avaliação de um psicólogo ou pediatra especializado em desenvolvimento infantil pode ser essencial.

Por que este tema importa agora

Em um mundo cada vez mais conectado, crianças e adolescentes estão crescendo com acesso precoce a tecnologias que, se não mediadas, podem impactar o cérebro em desenvolvimento, relacionamentos e regulação emocional. Embora o burnout digital ainda um conceito em construção, já há evidências científicas e casos reais que mostram seu potencial de causar sofrimento profundo quando não há limites e suporte adequado.

FONTE: MSN




NOMOFOBIA: A DOENÇA DIGITAL: Um Guia Prático Para pais, Educadores e Jovens


Seja você paieducador ou jovem, a nomofobia – o medo de ficar sem o celular – é uma realidade que afeta cada vez mais pessoas. A linha entre o conectado e o viciado está cada vez mais tênue, e os impactos na saúde mental, nos relacionamentos e no desempenho diário são alarmantes.

NOMOFOBIA: O QUE É? QUAIS OS SINTOMAS? COMO EVITAR?

NOMOFOBIA

Nomofobia é o medo de ficar sem o celular, podendo ser identificado através de sintomas como ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular ou acordar no meio da noite para verificar mensagens, por exemplo.

O termo nomofobia tem origem na expressão inglesa "no mobile phone phobia" usado para descrever a dependência do uso do celular, não sendo reconhecido pela comunidade médica, no entanto, sabe-se que é mais comum em pré-adolescentes e adolescentes, já que usam mais o celular e as redes sociais.

Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva as pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.

Sintomas de nomofobia

Os principais sintomas de nomofobia são:

  1. Ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular;
  2. Necessidade de fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;
  3. Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;
  4. Acordar no meio da noite para verificar mensagens;
  5. Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;
  6. Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa;
  7. Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;
  8. Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;
  9. Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo da bateria acabar;
  10. Receber reclamações de que está sempre olhando o celular.

Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de dependência, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

Esses sintomas são muito parecidos com os sintomas de transtornos de ansiedade, por isso, é recomendado consultar o psicólogo ou psiquiatra para que seja feito o diagnóstico e ter orientação adequada.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da nomofobia é feito pelo psiquiatra ou psicólogo, através da avaliação dos sintomas, ou relato dos sintomas pelos pais ou cuidadores e histórico de saúde.

Marque uma consulta com o psicólogo na região mais próxima de você:

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O que causa a nomofobia

A nomofobia é causada pelo uso excessivo do celular e medo de ficar desconectado, provocando uma dependência.

Alguns fatores parecem contribuir para o desenvolvimento da nomofobia, como:

  1. Baixa autoestima;
  2. Insegurança;
  3. Transtornos de ansiedade;
  4. Eventos traumáticos;
  5. Necessidade de aceitação por outras pessoas.

A nomofobia afeta com mais frequência pré-adolescentes e adolescentes, mas também pode surgir em adultos.

Nomofobia é uma doença ou um vício?

A nomofobia é considerada uma doença digital, sendo caracterizada pela dependência ou vício do uso do celular e sensação de alívio e/ou conforto ao usar o celular.

Isso porque o uso do celular está relacionado ao sistema de recompensa, em que ocorre liberação de dopamina pelo cérebro, provocando sensação de prazer e bem estar.

Essa sensação faz a pessoa se "viciar" e depender cada vez mais emocionalmente do uso do celular.

Como evitar a dependência

Para tentar combater a nomofobia existem algumas orientações que podem ser seguidas todos os dias:

  1. Ter vários momentos durante o dia em que não se está com o celular;
  2. Dar preferência para conversas frente a frente;
  3. Diminuir progressivamente o uso do celular;
  4. Não utilizar o celular nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir;
  5. Não usar o celular durante as refeições ou quando estiver conversando pessoalmente com outras pessoas;
  6. Colocar o celular para carregar numa superfície longe da cama;
  7. Desligar o celular durante a noite.

Além disso, é recomendado silenciar as notificações e definir horários e tempo de uso do celular.

Quando já existe algum grau de dependência, pode ser necessário consultar um psicólogo para iniciar terapia, que pode incluir vários tipos de técnicas para tentar lidar com a ansiedade gerada pela falta do celular, como ioga, meditação guiada ou visualização positiva.

FONTE: TUA SAÚDE

10 Hábitos Para Evitar o “Brain Rot” e Turbinar o Seu Cérebro

Palavra do ano do Oxford define o apodrecimento cerebral; veja como manter uma rotina saudável e fortalecer a mente


Neurocientistas afirmam que o “brain rot” está se tornando uma tendência que pode comprometer um cérebro inteligente, ágil e pensante. O termo, que, em tradução literal, significa apodrecimento cerebral, foi eleito como palavra do ano de 2024 pela Oxford University Press, editora do dicionário Oxford.

Esse enfraquecimento do cérebro é resultado do hábito de rolar distraidamente (e constantemente) por uma infinidade de memes e conteúdos irrelevantes na internet. O “brain rot” é definido como “a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa”, causada pelo “consumo excessivo” de material trivial — especialmente relacionado a informações na internet e outros excessos virtuais.

Se o seu cérebro pudesse falar, ele diria o que precisa para ser feliz e desempenhar seu melhor. Não é possível ter alegria ou sucesso sem o apoio do seu companheiro cerebral. Portanto, é essencial garantir que ele esteja saudável e não se deteriorando.

A neurociência moderna desenvolveu técnicas avançadas para prevenir esse quadro e promover um cérebro saudável.

Veja, a seguir, 10 hábitos baseados na ciência para se proteger do “brain rot” e turbinar o seu cérebro:

1. Novas experiências

O “brain rot” interfere na capacidade do cérebro de se adaptar a situações novas, essenciais para a felicidade e a criatividade. Para evitar isso, mantenha o cérebro em forma. A exposição a novas experiências interrompe padrões de pensamento estabelecidos e consolida novas informações. A novidade promove o aprendizado ao redefinir circuitos cerebrais, permitindo a atualização de novas ideias nos quadros neurológicos existentes. Desafios como quebra-cabeças, leitura ou aprendizado de novas habilidades, além de se expor a experiências diferentes, desaceleram o declínio cognitivo e previnem distúrbios degenerativos.

2. Alimentos que melhoram o humor

Comidas pouco nutritivas e o hábito de comer rapidamente podem levar ao enfraquecimento do cérebro. Alimentos saudáveis melhoram o humor, a saúde e a resistência. Analise o que está no seu prato e questione se contribui para a saúde geral do corpo e do cérebro. Proteínas — como carnes, aves, laticínios, queijos e ovos — estabilizam o açúcar no sangue e fornecem ao cérebro os aminoácidos necessários para criar vias de neurotransmissores. Ácidos graxos e ômega-3, como os encontrados no salmão, atum e sardinhas, colocam seu cérebro em um bom humor. A vitamina B é essencial para a saúde do cérebro e pode ser encontrada em ovos, grãos integrais, peixes, abacates e frutas cítricas. Já a vitamina D é um estabilizador de humor importante.

3. Atividade física

O “brain rot” também pode estar associado ao sedentarismo. O fluxo sanguíneo é um excelente remédio para se manter feliz, saudável e criativo. Exercícios e movimentos regulares aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro e até mesmo retardam a perda de memória e quadros como a demência. Você pode nutrir seu cérebro com o fluxo sanguíneo necessário por meio de atividades como caminhadas, alongamentos e tonificação do corpo, mantendo-o ativo e engajado.

4. Sono adequado

Seu cérebro fica irritado sem o descanso de que precisa. A privação de sono alimenta o “brain rot”, prejudicando sua capacidade de lidar com o estresse do trabalho e, muitas vezes, desencadeando episódios de irritação durante o dia. A privação de sono leva à desaceleração da atividade cerebral, pensamentos desorganizados e lapsos de memória, além de te deixar mais reativo. Por outro lado, o sono adequado restaura a clareza e melhora o desempenho, além de ajudar no gerenciamento do estresse e na criação de pilares para um cérebro mais inteligente.

5. Olhar o todo

Uma perspectiva ampla permite que seu cérebro se concentre nos aspectos positivos da sua carreira e enxergue possibilidades futuras. Pense em uma câmera: você pode substituir a lente “zoom” míope — que foca nos estressores e pode levar ao “brain rot” — por uma lente “grande angular”, que destaca o panorama geral e as possibilidades da vida. Evite ampliar as decepções fora de proporção; procure o lado positivo de uma situação negativa; concentre-se em soluções em vez de problemas; identifique oportunidades nos desafios.

6. Mindfulness

Técnicas de mindfulness, ou atenção plena, são poderosos antídotos contra excessos virtuais desatentos, como jogos imersivos, navegação na internet ou maratonas de séries. Meditação e a respiração profunda consciente ajudam a manter seu cérebro focado e sua atenção afiada. De acordo com um estudo de 2021, a meditação reduz os níveis de cortisol em 25% e altera a atividade cerebral, tornando-o menos propenso a erros após apenas 20 minutos de prática. Com o tempo, seu cérebro se mantém calmo, mesmo em circunstâncias turbulentas. Em quatro passos simples, você pode ativar os circuitos sociais do cérebro e evitar o “brain rot”, conectando-se à vida com uma mente clara:

Mantenha o foco no momento presente;
Movimente-se em um ritmo constante e calmo;
Permaneça atento a si mesmo e ao seu entorno;
Aceite sem julgamento tudo o que surgir em cada momento.

7. Segurança psicológica

Seu cérebro precisa de segurança para funcionar de forma inteligente e focar nas tarefas. Sob medo — como no caso de trabalhar com um chefe autoritário — seu cérebro se concentra em evitar as ameaças e te distrai de produzir e se engajar nas tarefas. O medo e a incerteza prejudicam o bem-estar, o engajamento e o desempenho no trabalho. Culturas organizacionais que promovem segurança psicológica previnem o “brain rot”, aumentam o engajamento cerebral e geram maiores lucros para as empresas a longo prazo.

8. Tempo na natureza

O “tempo verde” compensa o “tempo de tela”. Um estudo com imagens cerebrais de pessoas que passam tempo na natureza mostra que o córtex pré-frontal desses indivíduos possui mais massa cinzenta e uma maior capacidade de pensar com clareza e se autorregular. Seu cérebro adora passar pelo menos duas horas por semana em parques, florestas ou praias. Pessoas que passam 120 minutos por semana na natureza têm melhor saúde e maior bem-estar psicológico do que aquelas que não têm esse contato.

9. Uma coisa de cada vez

O melhor presente que você pode dar ao seu cérebro é a ordem, e não o caos. Em algum momento, você provavelmente precisará realizar várias atividades ao mesmo tempo. Mas não deixe o multitasking virar rotina. Alternar entre várias tarefas obriga o cérebro a mudar o foco rapidamente, reduzindo a produtividade em até 40%. O multitasking prejudica a eficiência, sobrecarrega o cérebro e causa pensamentos fragmentados e fadiga mental.

10. Apoio social

O isolamento pode fomentar o “brain rot”. Ter alguém por perto — um gestor empático, colega de trabalho ou membro do RH — em quem você confia e sabe que te ouvirá está relacionado à saúde cerebral e à resiliência. Pessoas que fazem voluntariado, participam de aulas ou se reúnem com amigos pelo menos uma vez por semana têm cérebros mais saudáveis, com mais massa cinzenta e menos declínio cognitivo. O segredo é cultivar formas seguras de manter interações sociais para aumentar a criatividade e deixar o cérebro saudável.

*Bryan Robinson é colaborador da Forbes US. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento.

FONTE: FORBES






Brain Rot: Como as Redes Sociais Afetam o Cérebro de Crianças e Adolescentes

Seu filho está passando horas nas redes sociais? Cuidado! A exposição excessiva pode estar causando danos irreversíveis ao desenvolvimento do cérebro. Descubra como a dependência digital afeta a atenção, a memória, a autoestima e a saúde mental dos jovens. Este livro te dará as ferramentas para proteger seus filhos dos perigos da era digital.

Brain Rot: A Doença do Século 21

As redes sociais estão transformando nossos cérebros. Mas será que essa transformação é para melhor? Descubra como a obsessão por likes, seguidores e notificações está moldando uma geração de jovens ansiosos, isolados e dependentes. Este livro te mostrará os sinais de alerta e como proteger seus filhos da epidemia digital.

Brain Rot: A Ciência Por Trás da Dependência Digital

Você sabia que as redes sociais podem alterar a estrutura do cérebro? Este livro reúne as últimas pesquisas científicas para explicar como a dependência digital afeta o desenvolvimento cognitivo, emocional e social de crianças e adolescentes. Descubra como os algoritmos manipulam nossos comportamentos e como podemos criar hábitos digitais mais saudáveis.

Brain Rot: Desconecte-se para Conectar-se

A era digital oferece infinitas possibilidades, mas também traz grandes desafios. Este livro te mostrará como encontrar um equilíbrio saudável entre o mundo online e o mundo real. Descubra como proteger seus filhos dos perigos da dependência digital e criar uma família mais conectada e feliz.

Facebook Sabe que Instagram é Prejudicial para a Saúde Mental de Adolescentes

Uma reportagem do Wall Street Journal (WSJ), publicada na última terça-feira (14), mostrou que o Facebook confirmou com pesquisas que seu aplicativo Instagram é prejudicial a vários adolescentes.

O WSJ citou estudos da plataforma feitos nos últimos três anos que examinaram como o aplicativo afeta sua base de usuários jovens. Eles tiveram acesso aos slides de comunicação interna da empresa — o que possibilitou a análise de documentos em áreas como saúde mental, discurso político e tráfego de pessoas. 

Quem conduziu tudo isso foram funcionários do Facebook em áreas de ciência de dados, marketing e desenvolvimento de produtos que trabalham em uma série de questões relacionadas à forma como os usuários interagem com a plataforma. Muitos têm formação em ciência da computação, psicologia e análise quantitativa e qualitativa.

O que o Facebook sabe?

“Trinta e dois por cento das meninas adolescentes disseram que quando se sentiam mal com seus corpos, o Instagram as fazia se sentir pior”, disseram os cientistas em uma apresentação interna de março de 2020, revisada pelo jornal. “As comparações no Instagram podem mudar a forma como as jovens se veem e se descrevem”.

Isso confirmou uma pesquisa anterior, feita em 2019, que afirmava que a plataforma tornava pior o problema de imagem corporal para uma em cada três meninas adolescentes.

Em um outro slide, o Facebook disse “os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento da taxa de ansiedade e depressão. Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos.” Entre os adolescentes que relataram pensamentos suicidas, 13% dos usuários britânicos e 6% dos usuários americanos desenvolveram o problema pelo Instagram.

Em cinco apresentações ao longo de 18 meses, os analistas também conduziram o que chamaram de “mergulho profundo na saúde mental de adolescentes” e estudos de acompanhamento.

Com isso, eles chegaram à conclusão de que alguns dos problemas eram específicos da página, e não da mídia social de forma mais ampla. “A comparação social é pior no Instagram”, diz a empresa. Ela avisa que a página Explorar, que exibe fotos e vídeos com curadoria de um algoritmo, pode enviar os usuários a conteúdos que podem ser prejudiciais. “Aspectos do Instagram se exacerbam para criar uma tempestade perfeita”, afirma a pesquisa.

O estudo foi revisado pelos principais executivos do Facebook e citada em uma apresentação feita em 2020 a Zuckerberg, de acordo com os documentos.

Um problema de milhões

A rede social tem milhões de acessos diários e cresce a cada dia. Mais de 40% dos usuários têm 22 anos ou menos, e cerca de 22 milhões de adolescentes se conectam ao Instagram só nos Estados Unidos todos os dias. Em média, os adolescentes do país passam 50% mais tempo no Instagram do que no Facebook. A partir disso é possível ter, pelo menos um pouco, a dimensão do problema.

Segundo a publicação do Journal, os cientistas estão tentando encontrar maneiras de reduzir esses danos e, ao mesmo tempo, manter as pessoas na plataforma. No entanto, o que tem sido feito até agora não tem surtido efeito.

Durante anos, o Facebook experimentou ocultar a contagem de “curtidas” que as pessoas veem em suas fotos. Isso porque os adolescentes disseram que isso lhes causavam ansiedade e contribuíam para seus sentimentos negativos. Mas quando isso foi feito em um programa piloto chamado Projeto Daisy, descobriu-se que, na verdade, a ação não era efetiva.

Mesmo assim, o Facebook lançou a mudança como uma opção, depois que executivos seniores argumentaram com Zuckerberg que isso poderia fazer com que parecessem bem por abordar o problema, de acordo com os documentos. Ou seja, a implementação foi uma fachada para a empresa parecer bem no mercado.

“Um lançamento do Daisy seria recebido pela imprensa e pelos pais como uma forte indicação positiva de que o Instagram se preocupa com seus usuários, especialmente quando visto junto com outros lançamentos positivos para a imprensa”, escreveram executivos do Facebook em uma discussão sobre como apresentar suas descobertas ao Sr. Zuckerberg.

O que fazer agora?

Enquanto o Instagram não encontra soluções para melhorar sua saúde mental, fica por conta do próprio usuário entender como está sendo impactado e detectar o que as redes sociais estão lhe causando.

Fazer um detox digital pode ser o primeiro passo para melhorar sua disposição e cortar o vício. Além disso, seguir páginas que não pressionem por uma beleza estética ideal e mostram corpos reais pode ser bom para a autoimagem. Por fim, e é uma dica eficaz em qualquer situação de piora na saúde mental, entrar para o processo de psicoterapia — que irá ajudar não só nesse problema, mas em todos os outros aspectos da vida — nunca é tarde.

Fonte: Gizmodo.UOL

Facebook sabe que o Instagram é tóxico para jovens meninas adolescentes.

Reportagem do Wall Street Journal revela pesquisas da empresa sobre a saúde mental das adolescentes que usam a rede social.


Pesquisas internas mostram que o Facebook sabe dos impactos negativos das redes sociais REPRODUÇÃO/PEXELS


Uma matéria publicada pelo jornal norte-americano The Wall Street Journal, na última quarta-feira (15), revela, a partir de documentos, que o Facebook sabe que o Instagram é prejudicial para jovens meninas. 

Anastasia Vlasova, uma adolescente entrevistada pela reportagem, afirmou que que há cerca de um ano começou a fazer terapia, depois que desenvolveu um distúrbio alimentar causado pelo tempo em que passava no Instagram. 

No mesmo período em que Anastasia começou seu tratamento, pesquisadores que pertencem ao Facebook estudavam o problema. 

Em uma apresentação de slides feita em março de 2020, a equipe anunciou que 32% das adolescentes disseram que, quando se sentiam mal com seus corpos, o Instagram contribuía para piorar esse sentimento.

O levantamento foi revisado pelo WSJ e mostra que comparações no aplicativo podem mudar a forma como jovens mulheres se veem e se descrevem.

Nos últimos três anos, o Facebook realizou estudos sobre como o Instagram afeta seus milhões de usuários, principalmente adolescentes. Um slide de 2019 aponta que o aplicativo piorou os problemas de imagem corporal para uma em cada três garotas. Outros dados mostram que elas culpam a plataforma pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. 

"Entre os jovens que relataram pensamentos suicidas, 13% dos usuários britânicos e 6% dos usuários americanos relacionaram o desejo de se matar com o Instagram", mostrou uma apresentação da empresa.

De acordo com a publicação, mais de 40% dos usuários do Instagram têm 22 anos ou menos, e cerca de 22 milhões de adolescentes acessam o aplicativo nos EUA todos os dias, em comparação com cinco milhões de pessoas da mesma faixa etária que entram no Facebook, número que vem encolhendo há anos. 

O Facebook não tornou sua pesquisa pública ou disponível para acadêmicos ou legisladores que solicitaram o  material. Em uma audiência no Congresso dos EUA em março de 2021, o CEO Mark Zuckerberg disse que o levantamento revelava que o uso de aplicativos para se conectar com outras pessoas pode ter benefícios positivos para a saúde mental. 

Em maio, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse à imprensa que as pesquisas mostravam que o efeito da plataforma sobre o bem-estar dos adolescentes era provavelmente "bastante pequeno". Entretanto, disse que se esforçava para que a empresa abraçasse suas responsabilidades de forma mais ampla. 

O que o Facebook sabe

A reportagem mostra também que a empresa de Zuckerberg fez pesquisas online e estudos diários em 2019 e 2020. Além de estudos em larga escala com dezenas de milhares de pessoas em 2021 que associaram as respostas dos usuários com os próprios dados do Facebook sobre quanto tempo eles passaram no Instagram e o que viram lá.

Em cinco apresentações ao longo de 18 meses, os funcionários responsáveis pela pesquisa realizaram o que chamaram de "mergulho profundo na saúde mental adolescente" e estudos de acompanhamento. A equipe chegou à conclusão de que alguns dos problemas eram específicos do Instagram, e não das mídias sociais de forma geral. Principalmente em relação à chamada "comparação social'. 

A tendência de compartilhar apenas os melhores momentos e a pressão para parecer perfeito podem  levar adolescentes a distúrbios alimentares e à depressão, de acordo com uma pesquisa interna feitam em março de 2020. Além disso, o algotitmo pode direcionar os usuários a conteúdos prejudiciais. A pesquisa foi revisada pelos principais executivos do Facebook, e foi citada em uma apresentação em 2020 dada a Zuckerberg.

Em agosto deste ano, os senadores Richard Blumenthal e Marsha Blackburn em uma carta ao CEO pediram para que ele deixasse pública o levantamento de dados internos do Facebook sobre o seu impacto na saúde mental dos jovens.

Em resposta, a empresa enviou aos senadores uma carta de seis páginas que não incluía os próprios estudos. Em vez disso, disse que há muitos desafios relacionados à realização de pesquisas neste campo e apontou: "Não estamos cientes de um consenso sobre quanto tempo de tela é 'demais'". 

Em um estudo com adolescentes nos EUA e no Reino Unido, o Facebook descobriu que mais de 40% dos usuários do Instagram que se sentiam "pouco atraentes" disseram que isso começou ao usarem o aplicativo. Cerca de 25% que relataram "não se sentirm bons o suficiente" também culparam a plataforma. 

Entretanto, os pesquisadores observaram que os jovens que lutam contra os efeitos psicológicos da plataforma não estavam necessariamente deixando de usá-la. Os adolescentes relataram regularmente querer passar menos tempo no Instagram, mas não tinham autocontrole para isso.

Em março, os profissionais ainda disseram que o Instagram deveria reduzir a exposição a conteúdos de celebridades sobre moda, beleza e relacionamentos, ao mesmo tempo em que deveriam aumentar a exposição ao conteúdo de amigos próximos dos usuários. 

Durante o isolamento social da pandemia da covid-19, "se você quisesse mostrar aos seus amigos o que estava fazendo, você tinha que usar o Instagram", disse Destinee Ramos, 17 anos, ao WSJ. "Estamos inclinados a chamá-lo de obsessão".

Os meninos não estão imunes aos problemas causados pela rede scoial. Nas pesquisas feitas em 2019, 14% dos jovens americanos disseram que o Instagram piorou sua autoestima. Além disso, em um relatório sobre imagem corporal feito em 2020, os pesquisadores descobriram que 40% dos adolescentes experimentaram comparação social negativa.

Fonte: Notícias R7

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