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Vídeos Curtos Estão Prejudicando o Desenvolvimento Cognitivo das Crianças, Apontam Estudos


Novos estudos acadêmicos revelam que o consumo frequente de vídeos curtos está comprometendo significativamente o desenvolvimento cerebral infantil. Pesquisas conduzidas na Universidade de Macau indicam que a prática de rolagem infinita (scrolling) em plataformas de conteúdo rápido está criando uma geração com sérios déficits cognitivos.

As investigações, conduzidas pelas especialistas Wang Wei e Anise Wu Man Sze, estabeleceram uma relação direta entre o consumo compulsivo destes formatos digitais e problemas como déficit de atenção, quadros de ansiedade social e sensação crônica de insegurança nas crianças. Os resultados também apontaram para um impacto mensurável no desempenho acadêmico dos jovens expostos regularmente a este tipo de conteúdo.

De acordo com Wei, psicóloga educacional à frente do estudo, a arquitetura dessas plataformas representa riscos particulares para cérebros em formação. “O ritmo acelerado e o estímulo constante dos vídeos curtos competem diretamente com atividades offline que são essenciais para o desenvolvimento saudável”, explica a pesquisadora.

A análise demonstrou um padrão preocupante: quanto mais tempo as crianças dedicam ao consumo desses conteúdos, menor se torna seu engajamento escolar. O problema fundamental, segundo as especialistas, está nos algoritmos personalizados que acabam satisfazendo necessidades psicológicas que normalmente deveriam ser atendidas através de interações no mundo real.

Anise Wu Man Sze, professora de Psicologia na mesma instituição, complementa que a hiperestimulação sensorial característica dos vídeos curtos interfere diretamente nos processos naturais de desenvolvimento cerebral. A facilidade de acesso a estes conteúdos transformou o formato em uma ferramenta de escapismo para evitar situações desconfortáveis, pressões cotidianas ou conflitos familiares.

“Fatores como estresse diário, ambiente familiar e até predisposições genéticas podem contribuir para o estabelecimento de uma dependência real”, destaca Wu. Segundo ela, o vício se manifesta principalmente quando o uso começa a interferir em aspectos fundamentais do bem-estar, como a qualidade do sono, relações familiares ou o rendimento durante as aulas.

As pesquisadoras alertam que simplesmente confiscar dispositivos não é a abordagem mais eficaz para lidar com o problema. Wei defende uma estratégia mais abrangente, focada no desenvolvimento da autorregulação por parte das próprias crianças.

“É essencial satisfazer as necessidades emocionais dos jovens através de experiências no mundo real, enquanto simultaneamente os ensinamos a gerenciar seu próprio tempo de tela. Proibições radicais tendem a gerar resistência e não promovem o aprendizado necessário para navegar responsavelmente pelo mundo digital”, conclui a especialista.

FONTE: MSN

BRAIN ROT: Como as Redes Sociais Afetam o Cérebro de Crianças e Adolescentes eBook Kindle



📲 Seu filho está crescendo no mundo das telas. Mas você sabe o que isso está fazendo com o cérebro dele?

As redes sociais não são apenas distrações. Elas foram projetadas para prender atenção, manipular recompensas cerebrais e moldar emoções. Para crianças e adolescentes, cujos cérebros ainda estão em desenvolvimento, os efeitos podem ser profundos — e muitas vezes invisíveis até que seja tarde demais.

No eBook “BRAIN ROT: Como as Redes Sociais Afetam o Cérebro de Crianças e Adolescentes”, Jorge Schemes revela, com base em pesquisas atuais, como plataformas digitais influenciam cognição, comportamento e saúde mental dos jovens.

✅ Entenda como o excesso de telas afeta memória, atenção e autoestima
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Este não é um alerta alarmista, mas um convite para refletir, compreender e agir. Se queremos um futuro digital mais saudável, precisamos começar agora.

📖 Clique e mergulhe nesta leitura transformadora. O cérebro dos nossos jovens merece essa atenção.

A Rolagem Infinita Nas Redes Sociais Pode Fazer Você Ficar Doente

 

©Getty Images

A rolagem infinita nas redes sociais pode fazer você ficar doente:

Todos nós já estivemos lá: deitados na cama enquanto percorremos incessantemente nossos feeds de redes sociais, entretidos com a riqueza da internet. Embora o "doomscrolling" certamente tenha a capacidade de aumentar a dopamina em nossos cérebros, cientistas começaram a diagnosticar uma doença real que pode vir dela: o enjoo cibernético ou cybersickness.

Já ouviu falar disso? Então, leia este artigo para saber se você também está ficando doente.

O que é?

Cybersickness, ou enjoo cibernético, é basicamente um tipo de enjoo que vem do uso excessivo de um dispositivo digital. Independentemente de você usar um computador ou um telefone celular, você pode potencialmente encontrar-se sofrendo com os sintomas da doença cibernética, especialmente à medida que a tecnologia se torna mais prevalente na vida diária.

Sintomas

Os sintomas comuns de cybersickness são bastante semelhantes aos sintomas do enjoo por movimento tradicional, e podem incluir tonturas, náuseas, dores de cabeça e fadiga ocular.

Pandemia

A pandemia COVID-19 aumentou significativamente o tempo de tela à medida que as pessoas mudaram para o trabalho remoto e para a socialização online. Embora muito disso tenha mudado, a influência da pandemia em nossa tecnologia ainda pode ser sentida hoje, incluindo a maneira como lidamos com nosso tempo de tela.

Realidade virtual

A cybersickness foi identificada pela primeira vez em ambientes de realidade virtual (RV), onde até 80% dos usuários relataram sintomas relacionados ao uso da tecnologia. O problema é que há uma enorme desconexão entre o que os olhos veem e o que o corpo realmente sente. Isso é chamado de teoria do conflito sensorial.

Teoria do conflito sensorial

A teoria do conflito sensorial sugere que o enjoo cibernético vem de um descompasso entre as entradas visuais dos olhos e o senso de movimento do corpo. O cérebro fica confuso com essa dissonância e expressa essa confusão através de sintomas físicos.

Rolagem infinita

Atividades como navegar incessantemente pelas redes sociais ou serviços de streaming também podem desencadear cybersickness. Assim como a realidade virtual, o movimento visual contínuo da rolagem não tem um movimento físico acoplado, e é por isso que ocorre o mesmo descompasso sensorial.

Evolução tecnológica

Embora tenha havido muitos avanços na tecnologia que reduzem a frequência com que a cybersickness ocorre, o aumento do uso de dispositivos digitais para trabalho e entretenimento ainda representa riscos significativos para a nossa saúde.


Ruptura da vida diária

Se não for controlada, a cybersickness pode prejudicar drasticamente as atividades diárias de uma pessoa e, possivelmente, seu trabalho, especialmente se os sintomas forem intensos ou persistirem por longos períodos.

Cada indivíduo
Cada pessoa é única em como é suscetível à doença cibernética. Fatores como idade, gênero e experiência prévia com cinetose (enjoo do movimento) podem influenciar a gravidade com que alguém é afetado pelos sintomas.

Diferenças de gênero

Pesquisas sugerem que as mulheres podem ser mais suscetíveis à cybersickness do que os homens por causa de diferenças fisiológicas e hormonais.

Direção

Sintomas de enjoo cibernético como tonturas e dores de cabeça podem ser particularmente perigosos se ocorrerem durante a condução. Certifique-se de que você está se sentindo bem antes de assumir o volante do seu carro.

Equilíbrio

Estudos têm mostrado que pessoas com baixo equilíbrio são mais suscetíveis a sintomas de doença cibernética. Sua saúde física é um fator importante a ser considerado enquanto você navega pelas redes sociais.

Consequências a longo prazo

A cybersickness persistente pode levar a problemas de saúde significativos a longo prazo, incluindo dores de cabeça prolongadas, tensão ocular crônica e distúrbios do sono. Na verdade, muitos desses sintomas podem se tornar irreversíveis se não forem abordados.

Videogame

Os gamers, especialmente aqueles que são novos na realidade virtual, são frequentemente afetados pela cybersickness. A natureza imersiva dos ambientes de jogos pode agravar conflitos sensoriais e até levar a sintomas graves.

Através das gerações

É importante lembrar que tanto as gerações mais novas quanto as mais velhas são suscetíveis a doenças cibernéticas, e não são apenas as pessoas mais velhas que podem apresentar sintomas.

Atenuação

Se você já experimentou cybersickness, então ficará feliz em saber que existem várias estratégias eficazes que você pode usar para mitigar os sintomas. Uma dessas estratégias é usar óculos com filtro de luz azul, que basicamente contêm lentes projetadas para reduzir a quantidade de luz azul que chega aos olhos. Isso ajuda a reduzir a tensão nos olhos.

Classificações de conforto de realidade virtual

Os dispositivos de RV (realidade virtual) geralmente fornecem classificações de conforto para ajudar os usuários a determinarem seu potencial de cybersickness. Essas classificações podem orientar as pessoas na escolha de experiências que são menos propensas a desencadear sintomas.

Calibração do dispositivo

É importante sempre garantir que seus dispositivos (incluindo a tela do computador e o celular) estejam devidamente calibrados para que o enjoo cibernético seja minimizado. Certifique-se de que os dispositivos estão corretamente alinhados e que as definições estão otimizadas para reduzir o desconforto.

Intervalos regulares

Se você trabalha em frente a uma tela de computador por longos períodos, certifique-se de fazer pausas frequentes. Pausas curtas podem ajudar a redefinir os olhos e o corpo, reduzindo o risco de desenvolver sintomas.

Tempo de tela

Uma maneira incrivelmente eficaz de reduzir a cybersickness é através de um detox digital, ou reduzindo o tempo total de tela. Ao limitar sua exposição a dispositivos digitais, você pode ajudar a aliviar os sintomas e melhorar seu bem-estar geral.

Atividade física

Atividade física regular também pode ajudar a mitigar os sintomas da doença cibernética, melhorando a saúde física geral e reduzindo sua suscetibilidade ao desconforto relacionado ao movimento.

Saúde mental


Se você está passando por uma cybersickness, não deixe de entender como ela pode estar impactando sua saúde mental. Estar conectado digitalmente pode realmente adicionar estresse à sua vida, então você deve primeiro garantir que sua saúde mental seja gerenciada antes de tentar se manter conectado. Vamos Cuidar da Sua Saúde Mental? Clique na imagem abaixo e agende seu atendimento psicológico Online:


Design ergonômico

Uma ótima maneira de deter possíveis doenças é usar dispositivos de forma ergonômica. Em outras palavras, os objetos do dia a dia devem ser projetados de forma eficiente e segura de usar. Recursos como telas ajustáveis e ângulos de visão confortáveis são considerações importantes.

Configurações da tela

Modificar as configurações de brilho, contraste e cor da tela de seus dispositivos também pode ajudar a reduzir a fadiga ocular e mitigar a doença cibernética. Você deve sempre personalizar seus dispositivos para o máximo conforto.

Hidratação e alimentação

Manter-se hidratado e manter uma dieta equilibrada pode ajudar a reduzir os sintomas da doença. Sabe-se que tonturas e náuseas são exacerbadas pela desidratação e por baixos níveis de açúcar no sangue, portanto, beber muita água e fazer refeições regulares pode ser bastante benéfico.

Postura adequada

Também é crucial manter a postura adequada ao usar dispositivos digitais, especialmente se você trabalha em frente a um computador e passa a maior parte do tempo lá. Certifique-se de se sentar em uma cadeira confortável com bom apoio para as costas.

Rolagem noturna

Se você não foi informado disso antes, ficar no celular pouco antes de dormir pode ser bastante prejudicial à sua saúde. Na verdade, a iluminação incrivelmente baixa pode contribuir drasticamente para a doença cibernética, por isso recomendamos que você evite isso completamente.

Meio ambiente

A luz ambiente severa pode aumentar o problema em questão. Reduzir o brilho da luz ambiente e garantir uma iluminação adequada na sala pode ajudar a aliviar a fadiga ocular e tornar o tempo de tela mais confortável.

Fontes: (National Geographic) (Association for Computing Machinery) (Neuroscience News)

Publicado em: MSN

NOMOFOBIA: O QUE É? QUAIS OS SINTOMAS? COMO EVITAR?

NOMOFOBIA

Nomofobia é o medo de ficar sem o celular, podendo ser identificado através de sintomas como ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular ou acordar no meio da noite para verificar mensagens, por exemplo.

O termo nomofobia tem origem na expressão inglesa "no mobile phone phobia" usado para descrever a dependência do uso do celular, não sendo reconhecido pela comunidade médica, no entanto, sabe-se que é mais comum em pré-adolescentes e adolescentes, já que usam mais o celular e as redes sociais.

Por ser uma fobia, nem sempre é possível identificar a causa que leva as pessoa a sentir ansiedade por estar longe do celular, mas em alguns casos, esses sentimentos são justificados com o medo de não conseguir saber o que está acontecendo no mundo ou de necessitar de assistência médica e não ter como pedir ajuda.

Sintomas de nomofobia

Os principais sintomas de nomofobia são:

  1. Ansiedade quando se fica muito tempo sem usar o celular;
  2. Necessidade de fazer várias pausas no trabalho para utilizar o celular;
  3. Nunca desligar o celular, mesmo para dormir;
  4. Acordar no meio da noite para verificar mensagens;
  5. Carregar frequentemente o celular para garantir que se tem sempre bateria;
  6. Ficar muito chateado quando se esquece o celular em casa;
  7. Verificar o telefone frequentemente para ver se tem notificações;
  8. Ansiedade quando está em um ambiente sem sinal de internet;
  9. Levar o carregador de telefone para todos os lugares por medo da bateria acabar;
  10. Receber reclamações de que está sempre olhando o celular.

Além disso, outros sintomas físicos que parecem estar associados aos sinais nomofobia são os de dependência, como aumento do batimento cardíaco, sensação de transpiração excessiva, agitação e respiração rápida.

Esses sintomas são muito parecidos com os sintomas de transtornos de ansiedade, por isso, é recomendado consultar o psicólogo ou psiquiatra para que seja feito o diagnóstico e ter orientação adequada.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da nomofobia é feito pelo psiquiatra ou psicólogo, através da avaliação dos sintomas, ou relato dos sintomas pelos pais ou cuidadores e histórico de saúde.

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O que causa a nomofobia

A nomofobia é causada pelo uso excessivo do celular e medo de ficar desconectado, provocando uma dependência.

Alguns fatores parecem contribuir para o desenvolvimento da nomofobia, como:

  1. Baixa autoestima;
  2. Insegurança;
  3. Transtornos de ansiedade;
  4. Eventos traumáticos;
  5. Necessidade de aceitação por outras pessoas.

A nomofobia afeta com mais frequência pré-adolescentes e adolescentes, mas também pode surgir em adultos.

Nomofobia é uma doença ou um vício?

A nomofobia é considerada uma doença digital, sendo caracterizada pela dependência ou vício do uso do celular e sensação de alívio e/ou conforto ao usar o celular.

Isso porque o uso do celular está relacionado ao sistema de recompensa, em que ocorre liberação de dopamina pelo cérebro, provocando sensação de prazer e bem estar.

Essa sensação faz a pessoa se "viciar" e depender cada vez mais emocionalmente do uso do celular.

Como evitar a dependência

Para tentar combater a nomofobia existem algumas orientações que podem ser seguidas todos os dias:

  1. Ter vários momentos durante o dia em que não se está com o celular;
  2. Dar preferência para conversas frente a frente;
  3. Diminuir progressivamente o uso do celular;
  4. Não utilizar o celular nos primeiros 30 minutos após acordar e nos últimos 30 minutos antes de dormir;
  5. Não usar o celular durante as refeições ou quando estiver conversando pessoalmente com outras pessoas;
  6. Colocar o celular para carregar numa superfície longe da cama;
  7. Desligar o celular durante a noite.

Além disso, é recomendado silenciar as notificações e definir horários e tempo de uso do celular.

Quando já existe algum grau de dependência, pode ser necessário consultar um psicólogo para iniciar terapia, que pode incluir vários tipos de técnicas para tentar lidar com a ansiedade gerada pela falta do celular, como ioga, meditação guiada ou visualização positiva.

FONTE: TUA SAÚDE

Cientistas Analisam Como a Internet e os Aplicativos Afetam Nossa Memória

 


Diversas pesquisas revelaram que o uso constante de aplicativos e sites pode estar prejudicando a memória humana. Desde 2011, o assunto vem sendo investigado por cientistas que notaram que a capacidade de armazenamento mental simples da comunidade diminuiu significativamente nos últimos anos.

Estudo Científico Mostra Como Será o Corpo Humano Daqui a Mil Anos Por Causa das Novas Tecnologias

 Projeto mostra como pode ficar o ser humano no ano 3000


© Fornecido por Ctraca Livre


Créditos: Reprodução/Instagram


Cientistas estão olhando para o futuro e imaginando como o corpo humano pode mudar drasticamente até o ano 3000, tudo devido ao nosso uso cada vez maior de tecnologia. Um projeto inovador, liderado por pesquisadores da Toll Free Forwarding, uma empresa de telecomunicações nos Estados Unidos, criou um modelo chamado Mindy para simular as potenciais mudanças físicas que os humanos podem enfrentar nos próximos 977 anos, se continuarmos tão dependentes de smartphones e computadores como somos hoje.


De acordo com o estudo, nosso corpo pode se transformar de várias maneiras devido aos hábitos modernos. A postura curvada é uma das mudanças mais evidentes, resultado do tempo excessivo gasto olhando para telas de computadores e smartphones. Os músculos na parte de trás do pescoço precisariam se contrair continuamente para manter a cabeça erguida, levando a essa curvatura preocupante.


Além disso, nossas mãos podem se adaptar para formar uma espécie de “garra de texto” devido à maneira como seguramos e digitamos em nossos dispositivos eletrônicos. O estudo também prevê algo chamado de “cotovelo do smartphone”, uma condição em que nossos braços desenvolveriam um ângulo permanente de 90 graus devido à forma como seguramos nossos smartphones.


Outras mudanças projetadas incluem um crânio mais espesso e um cérebro menor, além do desenvolvimento de uma segunda pálpebra para proteger nossos olhos da exposição excessiva à luz.


Este não é o primeiro estudo desse tipo. Anteriormente, em 2019, cientistas criaram o modelo Emma, que destacou as preocupações de saúde relacionadas ao trabalho. Emma apresentava uma postura permanentemente curvada, olhos avermelhados e secos devido à exposição prolongada às telas de computador, e pele pálida devido ao tempo excessivo gasto sob luz artificial.


Essas projeções nos fazem refletir sobre o impacto significativo que nossos hábitos tecnológicos podem ter no corpo humano, nos incentivando a repensar nossa relação com a tecnologia e a encontrar um equilíbrio saudável para o futuro.


Fonte: MSN

Intoxicação Digital: Uma Abordagem Tecnológica, Biopsicosocial, Educacional e Espiritual, do Uso, Conteúdo e Influência da TV, Vídeos, Games e Internet, Dentro da Ética e Cosmovisão Cristã

 

“Intoxicação Digital: Uma Abordagem Tecnológica, Biopsicossocial, Educacional e Espiritual do Uso, Conteúdo e Influência da TV, Vídeos, Games e Internet, Dentro da Ética e Cosmovisão Cristã” é um livro abrangente que aborda os desafios e as oportunidades que surgem com o uso excessivo e irresponsável da tecnologia digital.

Com base em pesquisas atualizadas e perspectivas cristãs, o livro oferece orientações práticas para reconhecer os sinais de intoxicação digital e implementar mudanças positivas em nossa vida digital. Ele apresenta estratégias para desenvolver relacionamentos autênticos e significativos, estabelecer limites saudáveis no uso da tecnologia, buscar sabedoria nas informações que consumimos e nutrir nossa espiritualidade em um contexto digital.

Além disso, o livro aborda a importância da honestidade, do amor ao próximo e da moderação como princípios fundamentais para enfrentar os desafios da intoxicação digital. Ele explora como aplicar esses princípios em situações cotidianas, oferecendo exemplos práticos e encorajando os leitores a se tornarem agentes de transformação no mundo digital.

Por meio de uma abordagem equilibrada e compassiva, este livro oferece uma visão clara dos problemas associados à intoxicação digital e propõe soluções viáveis e aplicáveis. Ele inspira os leitores a buscar uma relação saudável e significativa com a tecnologia, capacitando-os a viver uma vida digital consciente, fundamentada nos princípios cristãos e alinhada com o propósito maior de amar a Deus e ao próximo.

“Intoxicação Digital” é um convite para refletir, agir e buscar uma transformação positiva em nossa vida digital, capacitando-nos a utilizar a tecnologia de maneira responsável, saudável e significativa, enquanto honramos nossos princípios cristãos e vivemos de acordo com nossa cosmovisão”.

CUIDADO: TV VICIA - A Influência da Televisão no Desenvolvimento Biopsicosocial e Espiritual da Criança

 

A televisão exerce uma influência significativa no desenvolvimento biopsicossocial e espiritual da criança. Desde os primeiros anos de vida, a exposição à TV desempenha um papel importante na formação da personalidade e nas interações sociais das crianças.

No aspecto biológico, assistir televisão pode levar a um estilo de vida sedentário, o que pode contribuir para a obesidade infantil. Muitas vezes, as crianças ficam imersas em programas de TV por longos períodos, perdendo oportunidades de brincar e se exercitar, afetando negativamente sua saúde física. Além disso, a exposição excessiva à luz da TV antes de dormir pode interferir no sono adequado, causando distúrbios do sono e afetando o desenvolvimento cerebral.

No aspecto psicológico, a televisão pode influenciar a cognição, a linguagem e as habilidades de pensamento das crianças. Programas educacionais podem fornecer informações valiosas e estimular o aprendizado, enquanto programas violentos ou inadequados podem causar comportamentos agressivos e imitativos nas crianças. A publicidade também exerce uma influência poderosa, moldando as preferências e desejos das crianças, muitas vezes promovendo o consumismo e a insatisfação com o corpo.

Do ponto de vista social, a televisão pode afetar as interações sociais e o desenvolvimento de habilidades de comunicação das crianças. Ao passar longas horas assistindo à TV, as crianças podem perder a oportunidade de brincar com outras crianças, desenvolvendo habilidades sociais e aprendendo a resolver conflitos. Além disso, a exposição a estereótipos e representações culturais limitadas na TV pode influenciar a forma como as crianças percebem a si mesmas e aos outros, afetando a construção de identidade e a compreensão da diversidade.

Quanto ao desenvolvimento espiritual, a televisão pode ter um impacto ambíguo. Por um lado, programas religiosos podem fornecer às crianças uma base para a compreensão espiritual e moral. Por outro lado, a ênfase excessiva em valores materialistas e superficiais na programação televisiva pode dificultar o desenvolvimento de uma visão espiritual mais profunda.

É importante que os pais desempenhem um papel ativo no controle e na orientação do conteúdo televisivo acessado pelas crianças. Estabelecer limites de tempo para assistir TV, escolher programas adequados à idade e assistir junto com as crianças para promover discussões e reflexões são estratégias eficazes. Além disso, incentivar outras atividades como leitura, brincadeiras ao ar livre, esportes e interações sociais é fundamental para um desenvolvimento saudável e equilibrado.

Em resumo, a televisão pode exercer uma influência significativa no desenvolvimento biopsicossocial e espiritual da criança. Ao equilibrar cuidadosamente o acesso à TV e fornecer orientação adequada, é possível maximizar os benefícios e minimizar os efeitos negativos, permitindo que as crianças se desenvolvam de maneira integral e saudável.




Crianças Brasileiras Estão Entre as Mais Viciadas em Tecnologia


As crianças brasileiras estão entre as mais viciadas em tecnologia do mundo, aparecendo em terceiro lugar no ranking liderado pelos Emirados Árabes Unidos. É o que aponta uma pesquisa divulgada no início de novembro pela Lenstore, empresa que comercializa lentes de contato no Reino Unido.

Para identificar onde estão as crianças mais viciadas em tecnologia, a varejista se baseou em cinco métricas. Foram levados em conta o tempo diário de conexão, a previsão de prevalência da obesidade infantil em 2025, a porcentagem da população conectada, o comportamento sedentário das crianças e a prática de atividades físicas por elas.

Cada um desses fatores recebeu uma pontuação, com as notas sendo combinadas para se chegar a uma média final. No caso do Brasil, onde 94% da população está conectada e fica mais de 10 horas por dia na internet, a média foi de 4,33 pontos.

Segundo o levantamento, menos de 50% das crianças brasileiras segue o tempo de tela recomendado, de 2 horas diárias, o que também acontece em relação aos exercícios físicos. A pontuação física dos pequenos brasileiros ficou em 11 e o comportamento sedentário em 12, enquanto a previsão é de que a taxa de obesidade infantil chegue a 12% em 2025.

Extremos

Com uma média geral de 3,7 pontos, nota 17 em atividade física e previsão de obesidade de 18%, as crianças dos Emirados Árabes Unidos foram apontadas pela pesquisa como as mais viciadas em tecnologia do mundo. Elas são seguidas pelas americanas, com pontuação média de 4,17 e previsão de obesidade infantil de 27% em 2025.

Por outro lado, o estudo indicou a Índia como o país com a menor quantidade de vício em tecnologia pelas crianças, apresentando uma tendência reduzida de surgimento de problemas na visão relacionados com a exposição prolongada à tela. Holanda, Espanha, Suécia e Colômbia completam o top 5 nesse extremo do levantamento. [Fonte: Tecmundo]

Facebook Sabe que Instagram é Prejudicial para a Saúde Mental de Adolescentes

Uma reportagem do Wall Street Journal (WSJ), publicada na última terça-feira (14), mostrou que o Facebook confirmou com pesquisas que seu aplicativo Instagram é prejudicial a vários adolescentes.

O WSJ citou estudos da plataforma feitos nos últimos três anos que examinaram como o aplicativo afeta sua base de usuários jovens. Eles tiveram acesso aos slides de comunicação interna da empresa — o que possibilitou a análise de documentos em áreas como saúde mental, discurso político e tráfego de pessoas. 

Quem conduziu tudo isso foram funcionários do Facebook em áreas de ciência de dados, marketing e desenvolvimento de produtos que trabalham em uma série de questões relacionadas à forma como os usuários interagem com a plataforma. Muitos têm formação em ciência da computação, psicologia e análise quantitativa e qualitativa.

O que o Facebook sabe?

“Trinta e dois por cento das meninas adolescentes disseram que quando se sentiam mal com seus corpos, o Instagram as fazia se sentir pior”, disseram os cientistas em uma apresentação interna de março de 2020, revisada pelo jornal. “As comparações no Instagram podem mudar a forma como as jovens se veem e se descrevem”.

Isso confirmou uma pesquisa anterior, feita em 2019, que afirmava que a plataforma tornava pior o problema de imagem corporal para uma em cada três meninas adolescentes.

Em um outro slide, o Facebook disse “os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento da taxa de ansiedade e depressão. Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos.” Entre os adolescentes que relataram pensamentos suicidas, 13% dos usuários britânicos e 6% dos usuários americanos desenvolveram o problema pelo Instagram.

Em cinco apresentações ao longo de 18 meses, os analistas também conduziram o que chamaram de “mergulho profundo na saúde mental de adolescentes” e estudos de acompanhamento.

Com isso, eles chegaram à conclusão de que alguns dos problemas eram específicos da página, e não da mídia social de forma mais ampla. “A comparação social é pior no Instagram”, diz a empresa. Ela avisa que a página Explorar, que exibe fotos e vídeos com curadoria de um algoritmo, pode enviar os usuários a conteúdos que podem ser prejudiciais. “Aspectos do Instagram se exacerbam para criar uma tempestade perfeita”, afirma a pesquisa.

O estudo foi revisado pelos principais executivos do Facebook e citada em uma apresentação feita em 2020 a Zuckerberg, de acordo com os documentos.

Um problema de milhões

A rede social tem milhões de acessos diários e cresce a cada dia. Mais de 40% dos usuários têm 22 anos ou menos, e cerca de 22 milhões de adolescentes se conectam ao Instagram só nos Estados Unidos todos os dias. Em média, os adolescentes do país passam 50% mais tempo no Instagram do que no Facebook. A partir disso é possível ter, pelo menos um pouco, a dimensão do problema.

Segundo a publicação do Journal, os cientistas estão tentando encontrar maneiras de reduzir esses danos e, ao mesmo tempo, manter as pessoas na plataforma. No entanto, o que tem sido feito até agora não tem surtido efeito.

Durante anos, o Facebook experimentou ocultar a contagem de “curtidas” que as pessoas veem em suas fotos. Isso porque os adolescentes disseram que isso lhes causavam ansiedade e contribuíam para seus sentimentos negativos. Mas quando isso foi feito em um programa piloto chamado Projeto Daisy, descobriu-se que, na verdade, a ação não era efetiva.

Mesmo assim, o Facebook lançou a mudança como uma opção, depois que executivos seniores argumentaram com Zuckerberg que isso poderia fazer com que parecessem bem por abordar o problema, de acordo com os documentos. Ou seja, a implementação foi uma fachada para a empresa parecer bem no mercado.

“Um lançamento do Daisy seria recebido pela imprensa e pelos pais como uma forte indicação positiva de que o Instagram se preocupa com seus usuários, especialmente quando visto junto com outros lançamentos positivos para a imprensa”, escreveram executivos do Facebook em uma discussão sobre como apresentar suas descobertas ao Sr. Zuckerberg.

O que fazer agora?

Enquanto o Instagram não encontra soluções para melhorar sua saúde mental, fica por conta do próprio usuário entender como está sendo impactado e detectar o que as redes sociais estão lhe causando.

Fazer um detox digital pode ser o primeiro passo para melhorar sua disposição e cortar o vício. Além disso, seguir páginas que não pressionem por uma beleza estética ideal e mostram corpos reais pode ser bom para a autoimagem. Por fim, e é uma dica eficaz em qualquer situação de piora na saúde mental, entrar para o processo de psicoterapia — que irá ajudar não só nesse problema, mas em todos os outros aspectos da vida — nunca é tarde.

Fonte: Gizmodo.UOL

Facebook sabe que o Instagram é tóxico para jovens meninas adolescentes.

Reportagem do Wall Street Journal revela pesquisas da empresa sobre a saúde mental das adolescentes que usam a rede social.


Pesquisas internas mostram que o Facebook sabe dos impactos negativos das redes sociais REPRODUÇÃO/PEXELS


Uma matéria publicada pelo jornal norte-americano The Wall Street Journal, na última quarta-feira (15), revela, a partir de documentos, que o Facebook sabe que o Instagram é prejudicial para jovens meninas. 

Anastasia Vlasova, uma adolescente entrevistada pela reportagem, afirmou que que há cerca de um ano começou a fazer terapia, depois que desenvolveu um distúrbio alimentar causado pelo tempo em que passava no Instagram. 

No mesmo período em que Anastasia começou seu tratamento, pesquisadores que pertencem ao Facebook estudavam o problema. 

Em uma apresentação de slides feita em março de 2020, a equipe anunciou que 32% das adolescentes disseram que, quando se sentiam mal com seus corpos, o Instagram contribuía para piorar esse sentimento.

O levantamento foi revisado pelo WSJ e mostra que comparações no aplicativo podem mudar a forma como jovens mulheres se veem e se descrevem.

Nos últimos três anos, o Facebook realizou estudos sobre como o Instagram afeta seus milhões de usuários, principalmente adolescentes. Um slide de 2019 aponta que o aplicativo piorou os problemas de imagem corporal para uma em cada três garotas. Outros dados mostram que elas culpam a plataforma pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. 

"Entre os jovens que relataram pensamentos suicidas, 13% dos usuários britânicos e 6% dos usuários americanos relacionaram o desejo de se matar com o Instagram", mostrou uma apresentação da empresa.

De acordo com a publicação, mais de 40% dos usuários do Instagram têm 22 anos ou menos, e cerca de 22 milhões de adolescentes acessam o aplicativo nos EUA todos os dias, em comparação com cinco milhões de pessoas da mesma faixa etária que entram no Facebook, número que vem encolhendo há anos. 

O Facebook não tornou sua pesquisa pública ou disponível para acadêmicos ou legisladores que solicitaram o  material. Em uma audiência no Congresso dos EUA em março de 2021, o CEO Mark Zuckerberg disse que o levantamento revelava que o uso de aplicativos para se conectar com outras pessoas pode ter benefícios positivos para a saúde mental. 

Em maio, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse à imprensa que as pesquisas mostravam que o efeito da plataforma sobre o bem-estar dos adolescentes era provavelmente "bastante pequeno". Entretanto, disse que se esforçava para que a empresa abraçasse suas responsabilidades de forma mais ampla. 

O que o Facebook sabe

A reportagem mostra também que a empresa de Zuckerberg fez pesquisas online e estudos diários em 2019 e 2020. Além de estudos em larga escala com dezenas de milhares de pessoas em 2021 que associaram as respostas dos usuários com os próprios dados do Facebook sobre quanto tempo eles passaram no Instagram e o que viram lá.

Em cinco apresentações ao longo de 18 meses, os funcionários responsáveis pela pesquisa realizaram o que chamaram de "mergulho profundo na saúde mental adolescente" e estudos de acompanhamento. A equipe chegou à conclusão de que alguns dos problemas eram específicos do Instagram, e não das mídias sociais de forma geral. Principalmente em relação à chamada "comparação social'. 

A tendência de compartilhar apenas os melhores momentos e a pressão para parecer perfeito podem  levar adolescentes a distúrbios alimentares e à depressão, de acordo com uma pesquisa interna feitam em março de 2020. Além disso, o algotitmo pode direcionar os usuários a conteúdos prejudiciais. A pesquisa foi revisada pelos principais executivos do Facebook, e foi citada em uma apresentação em 2020 dada a Zuckerberg.

Em agosto deste ano, os senadores Richard Blumenthal e Marsha Blackburn em uma carta ao CEO pediram para que ele deixasse pública o levantamento de dados internos do Facebook sobre o seu impacto na saúde mental dos jovens.

Em resposta, a empresa enviou aos senadores uma carta de seis páginas que não incluía os próprios estudos. Em vez disso, disse que há muitos desafios relacionados à realização de pesquisas neste campo e apontou: "Não estamos cientes de um consenso sobre quanto tempo de tela é 'demais'". 

Em um estudo com adolescentes nos EUA e no Reino Unido, o Facebook descobriu que mais de 40% dos usuários do Instagram que se sentiam "pouco atraentes" disseram que isso começou ao usarem o aplicativo. Cerca de 25% que relataram "não se sentirm bons o suficiente" também culparam a plataforma. 

Entretanto, os pesquisadores observaram que os jovens que lutam contra os efeitos psicológicos da plataforma não estavam necessariamente deixando de usá-la. Os adolescentes relataram regularmente querer passar menos tempo no Instagram, mas não tinham autocontrole para isso.

Em março, os profissionais ainda disseram que o Instagram deveria reduzir a exposição a conteúdos de celebridades sobre moda, beleza e relacionamentos, ao mesmo tempo em que deveriam aumentar a exposição ao conteúdo de amigos próximos dos usuários. 

Durante o isolamento social da pandemia da covid-19, "se você quisesse mostrar aos seus amigos o que estava fazendo, você tinha que usar o Instagram", disse Destinee Ramos, 17 anos, ao WSJ. "Estamos inclinados a chamá-lo de obsessão".

Os meninos não estão imunes aos problemas causados pela rede scoial. Nas pesquisas feitas em 2019, 14% dos jovens americanos disseram que o Instagram piorou sua autoestima. Além disso, em um relatório sobre imagem corporal feito em 2020, os pesquisadores descobriram que 40% dos adolescentes experimentaram comparação social negativa.

Fonte: Notícias R7

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