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Beijo de Cebola e Mônica cria polêmica; fãs querem aproximação de Cascão e Magali

Antes mesmo de chegar às bancas, o último número da revista em quadrinhos "Turma da Mônica Jovem", que mostra Mônica e Cebola se beijando, já causou polêmica entre os fãs em comunidades do Orkut. A maioria dos fãs gostou e até esperava há tempos pelo namoro dos personagens, que viviam brigando na infância. Nas discussões, alguns membros apostam também na união de Cascão e Magali. Para alguns membros, esse novo namoro poderia esquentar ainda mais as estórias, já que Magali tem um namorado, Quinzinho.
O primeiro beijo de Mônica e Cebola trouxe polêmica e especulações entre os fãs: Na comunidade Turma da Mônica Jovem (Mangá), que tem mais de 3.000 membros, a capa da revista, divulgada com antecedência, trouxe enorme curiosidade para os fãs, muitos duvidando que eles iriam mesmo se beijar. Uma enquete foi lançada na comunidade dias atrás, perguntando se os membros realmente acreditavam que o beijo se consumasse. Na respostas, 76% responderam que sim e iriam adorar; 10% concordaram, mas lamentaram. Outros 5% disseram que "não, infelizmente" e 2% responderam que "não, ainda bem". No fórum lançado na comunidade sobre o número 4, que mostra a cena na capa, o beijo trouxe enorme opiniões controversas e especulações. A maioria torcia pelo beijo. A integrante da comunidade Juliane disse que eles já "são 'amigos' há tanto tempo, acho mesmo é que demorou pra eles ficarem juntos". Mesmo assim achou o beijo muito "choco" e que deveria ter demorado mais. Outra pessoa da comunidade, Gabriela (Bee), não aprovou a rapidez com que eles se beijaram, no quarto número da série. "As coisas estão corridas demais" e "acho que o relacionamento deles foi muito mal construído", disse no fórum. A série que mostra a adolescência dos personagens é publicada pela editora Panini e teve o primeiro número lançado em agosto. A soma da venda das edições anteriores ultrapassa 500 mil exemplares.
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Revista com o primeiro beijo de Mônica chega hoje às bancas

Cresce uso de internet e TV nos EUA, indica pesquisa

Uma pesquisa divulgada pela consultoria de internet Nielsen aponta que os norte-americanos estão usando mais a internet e assistindo mais TV --e grande parte desse consumo ocorre simultaneamente. Segundo a pesquisa, noticiada pelo blog do "Hollywood Reporter", um usuário de internet passa on-line 27 horas por mês, 6% a mais que em 2007. Uma pessoa nos EUA assiste, em média, 142 horas de TV por mês --4% a mais que no ano passado. "A televisão fica ligada em boa parte do tempo, mas, ainda assim, as pessoas também estão usando a internet com mais freqüência --31% desse consumo ocorre ao mesmo tempo", disse a vice-presidente para a Nielsen Company, Susan Whiting. A pesquisa constatou também que os homens costumam assistir mais a vídeos por celulares do que as mulheres, mas que a situação é inversa no que se refere a assistir a vídeos pela internet. Estes, por sua vez, ainda não marcaram a preferência dos norte-americanos: eles passam seis horas mensais, em média, assistindo a DVDs na televisão --mais que o dobro de acessos a vídeos on-line. Os vídeos on-line são mais utilizados para assistir a eventos grandes, como Olimpíada ou ligas de jogos americanos, convenções políticas e debates, e também eventos relacionados à crise financeira mundial.
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Google entrega à CPI da Pedofilia mais dados 'trancados' no Orkut

Internautas denunciaram conteúdo suspeito para a ONG Safernet. Empresa já havia repassado dados de 3.261 álbuns; agora são 18,5 mil.
O Google Brasil entregou nesta quarta-feira (5), à CPI da Pedofilia, informações relacionadas a 18,5 mil álbuns trancados no site de relacionamentos Orkut – há suspeitas de que esses arquivos contenham imagens de pornografia infantil. Segundo a Agência Senado, que divulgou a notícia, os álbuns foram identificados a partir de denúncias enviadas à organização não-governamental Safernet, que defende os direitos humanos na internet.
A entrega dos novos dados -- aprovada em julho pela CPI -- foi feita por Ivo Correa, advogado da filial brasileira da empresa sediada nos Estados Unidos. Em abril, o escritório do Brasil já havia repassado à comissão CDs com dados referentes a 3.261 álbuns trancados no site de relacionamentos. Essas informações permitiram identificar a ação de mais de 500 pedófilos na rede social, afirmou na ocasião o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI da Pedofilia. Malta acredita que, com as novas informações, será possível identificar 7 mil pedófilos. A confirmação desse número só poderá ser feita após a análise do conteúdo: como os arquivos estavam trancados, apenas pessoas selecionadas pelos “donos” dos álbuns podiam visualizar as imagens.
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Casal processa McDonald's por fotos de nudez na internet

Fotos da mulher nua estavam em celular que marido esqueceu na lanchonete.
Um casal americano abriu um processo contra o McDonald's depois que fotos da mulher nua, gravadas no celular que o marido esqueceu em uma das lanchonetes da rede, foram parar na internet.
O homem, Phillip Sherman, disse que avisou os funcionários do McDonald's em Fayetteville, no Estado do Arkansas, sobre o esquecimento, e ouviu a promessa de que o telefone seria guardado até que ele pudesse recuperá-lo. Sherman disse que ele e a mulher, Tina, tiveram que mudar de casa porque as fotos foram divulgadas na internet junto com o nome dela, além do endereço e do telefone. Eles pedem uma indenização de US$ 3 milhões, alegando que sofreram estresse emocional, constrangimento e danos morais, além de danos materiais por causa da mudança de casa.
Ofensas Tina Sherman disse que começou a receber telefonemas e mensagens de textos ofensivos, a partir do celular do marido, depois que ele esqueceu o aparelho no McDonald's, em 5 de julho. Pouco depois, o casal descobriu que as fotos de Tina nua, que ela havia enviado para o celular do marido, tinham sido colocadas online. O processo também envolve o dono da franquia do McDonald's em Fayetteville e o gerente da loja, além da própria McDonald's Corporation. Até agora, os acusados vêm se recusando a comentar o caso. As fotos já foram retiradas do site onde foram publicadas.

Lula sanciona lei contra exploração sexual de crianças na internet

Presidente participa de solenidade de abertura de Congresso no Rio.Manter material pornográfico com crianças em computador será crime.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, por volta das 21h30 desta terça-feira (25), o projeto de lei que considera crime o armazenamento em computadores de material pornográfico em que apareçam crianças e adolescentes. O projeto foi sancionado durante a solenidade de abertura do 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Criança e Adolescentes, no Riocentro, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. A nova lei também aumenta a punição para quem produzir e expuser (de 4 a 8 anos de prisão), distribuir (de 3 a 6 anos), armazenar (de 1 a 4 anos), fizer montagens e simulações e aliciar crianças e adolescentes ( de 1 a 3 anos) para fins de exploração sexual. No discurso de abertura, o presidente Lula lembrou a importância da orientação sexual que os jovens devem ter dentro de casa e nas escolas. Ele disse que esse assunto não pode ser tratado com hipocrisia. "Temos de convencer os pais que educação sexual em casa é tão importante quanto dar comida", disse o presidente, acrescentando que não existe lógica em não orientar os jovens na escola. "Se náo fizermos nada essa iniciação pode se dar até de forma animalesca nas ruas". O presidente criticou duramente quem explora crianças sexualmente e destacou que esse não é um problema que atinge somente os pobres. "A CPI da Pedofilia provou que as mais bárbaras cenas que a gente vê na internet, muitas vezes foram feitas por gente quase rica ou rica", observou Lula, conclamando todos trabalhar para criar um ser humano mais solidário e racional, menos animalesco. Disque 100 contra a pornografia Na última segunda-feira (24), a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmen Oliveira, explicou que o projeto vai facilitar o registro de denúncias e agilizar o encaminhamento e apuração de notícia crime. Segundo a subsecretária, a medida será uma evolução de outra iniciativa. A partir de um convênio da Secretaria Especial de Direitos Humanos e do Ministério da Justiça com a Safernet e a Polícia Federal foi criado o Disque 100, para denúncias de pornografia infantil na internet. O serviço recebe todos os tipos de denúncias sobre violações dos direitos da criança e do adolescente. Desde 2003, quando o serviço passou a ser conduzido pela secretaria, já foram mais de 72 mil denúncias contabilizadas.

MySpace e Safernet buscam conscientização sobre uso seguro da web

Acordo terá confecção de material didático, apresentações e campanhas. Iniciativas devem ser colocadas em prática a partir do início de 2009.
O site de relacionamentos MySpace e a organização não-governamental SaferNet anunciaram nesta semana um acordo que visa conscientizar crianças, adolescentes, pais e educadores sobre a navegação segura na internet. Juntas, essas organizações vão desenvolver projetos e atividades relacionadas ao tema – entre elas, a confecção de material didático e apresentações on-line e off-line, além de campanhas.
Os projetos devem ser colocados em prática a partir do início de 2009. “A SaferNet e o MySpace acreditam que a erradicação da pornografia infantil na internet depende de um esforço de todos os responsáveis -- governos, forças policiais, iniciativa privada e sociedade civil organizada -- nos planos nacional e internacional, para mobilizar e envolver um número cada vez maior de empresas, entidades representativas do poder público e organizações civis”, diz um comunicado conjunto.
Ainda segundo o texto, todas as ações terão foco voltado à disseminação da segurança on-line, à prevenção e ao combate de conteúdo ilícito no ambiente virtual. “Além de prevenir crimes virtuais com ferramentas que otimizam a privacidade e a segurança dos usuários e trabalhar em parceria com autoridades, ONGs e membros da sociedade civil, esperamos contribuir ativamente para que os próprios internautas façam da web um local mais seguro”, disse Mauro Falsetti, diretor de Privacidade e Segurança do MySpace para a América Latina. Fonte: G1Notícias.

Mulher pede divórcio após descobrir traição no Second Life

Casal britânico se conheceu em chat e realizou casamento virtual. Ela quis a separação depois de dar flagrantes no ciberespaço.
A história de amor de Amy Taylor, 28, e David Pollard, 40, começou em uma sala virtual de bate-papo em 2003 e terminou neste ano, depois que ela descobriu a traição do marido no universo virtual Second Life. Fãs desse programa em que os internautas são representados por avatares (personagens) 3D, os britânicos chegaram a realizar uma cerimônia de casamento no ciberespaço, depois de oficializarem a união no mundo real. Mas foi nesse mesmo cenário que Amy flagrou seu marido com outras mulheres, o que levou os dois a se divorciarem. No Second Life, o desempregado Pollard dizia ser ex-proprietário de uma casa noturna. A ocupação de sua mulher, também desempregada, não era divulgada no cadastro dos usuários. No ciberespaço, eles se chamavam Laura Skye e Dave Barmy.

Estudo liga programas de TV à gravidez na adolescência

Adolescentes que assistem muitos programas de TV com conteúdo sexual – sejam cenas ou diálogos – têm probabilidade duas vezes maior de engravidar nos três anos seguintes do que os jovens que assistem poucos desses programas, segundo um estudo da RAND Corporation publicado nesta segunda feira pela revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria.
O estudo americano é o primeiro a estabelecer uma relação direta entre a exposição de adolescentes a conteúdo sexual na TV e gravidez – tanto de meninas, como dos garotos que assistem aos programas e engravidam suas namoradas. Para a pesquisadora Anita Chandra, que liderou o estudo, os “adolescentes recebem considerável quantia de informação sobre sexo através da TV e a programação normalmente não destaca os riscos e responsabilidades do sexo”. “Nossas conclusões sugerem que a televisão pode desempenhar um papel significativo nas altas taxas de gravidez adolescente nos Estados Unidos.”
Metodologia No estudo, os pesquisadores acompanharam 2.000 adolescentes entre 12 e 17 anos de idade durante três anos. Os pesquisadores perguntavam sobre os hábitos televisivos e sexuais dos adolescentes. A análise é baseada nos resultados de cerca de 700 participantes que haviam iniciado suas atividades sexuais neste período e falaram de seu histórico de gestações. As informações sobre os hábitos televisivos foram combinadas com os resultados de uma outra análise sobre programas de televisão para determinar a freqüência e o tipo de conteúdo sexual a que os adolescentes estão expostos quando assistem TV. Para os pesquisadores, o conteúdo sexual dos programas pode influenciar a taxa de gravidez na adolescência ao criar a percepção de que relações sexuais sem a proteção anticoncepcional oferecem pouco risco, e estimulando jovens a se iniciar sexualmente mais cedo. Os pesquisadores se concentraram em 23 programas, que incluíam dramas, comédias, reality shows e programas de auditório. “A quantidade de conteúdo sexual na televisão dobrou nos últimos anos, e há pouca representação de práticas seguras de sexo nesses programas”, diz Chandra. “Apesar de ter havido algum progresso, os adolescentes que assistem televisão ainda vão encontrar pouca informação sobre as conseqüências de práticas sexuais sem proteção entre os muitos programas mostrando sexo.”
Outros fatores Os pesquisadores afirmam, no entanto, que outros fatores influenciam a gravidez na adolescência. Adolescentes que moram com os dois pais têm probabilidade menor de engravidar, enquanto meninas, negros e adolescentes com problemas de comportamento como disciplina, estão mais propensos a engravidar. Os jovens que pretendiam ter filhos cedo também têm mais propensão a engravidar durante a adolescência. Os pesquisadores recomendam que as redes de TV sejam encorajadas a incluir programas que mostrem relações sexuais de forma mais realista e incluam conseqüências do sexo sem proteção, como doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada. Eles ainda recomendam que os pais assistam televisão com os filhos adolescentes para explicar as conseqüências de sexo sem proteção e que pediatras perguntem aos jovens que programas de TV eles assistem, para dar mais informações sobre métodos anticoncepcionais. Mas Chandra afirma que a televisão é apenas parte da dieta midiática dos adolescentes. “Nós também devemos investigar o papel das revistas, da internet e da música”, afirmou. A taxa de gravidez na adolescência vem caindo nos Estados Unidos desde 1991, mas o país ainda é um dos que tem maior incidência entre os países desenvolvidos. Quase um milhão de jovens meninas engravidam a cada ano, sendo que a maioria dessas gestações não são planejadas. As pesquisas mostram que as mães adolescentes têm mais propensão do que outras meninas a abandonar a escola, precisar de benefícios e viver na pobreza. A RAND é uma organização de pesquisas sem fins lucrativos que produz análises para o setor público e privado. (Fonte: BBCBrasil)

Produzindo divertimento e não educação...

Neil Thompson, diretor da Microsoft, falou um pouco sobre uma das políticas de trabalho da Microsoft no desenvolvimento de jogos. Thompson falou durante o evento Games 3.0, deixando claro que seria perigoso estar sempre combinando entretenimento e educação, algo que pode dar certo apenas em alguns casos segundo ele.
"Estamos no negócio de produzir divertimento, não educação. Acontece que às vezes alguns produtos que lançamos têm valor educacional. Estamos no negócio de produzir entretenimento e no momento em que começarmos a fingir que estamos no negócio da educação teremos ultrapassado uma linha que é muito perigosa não só para a empresa, mas como para a indústria", disse Neil Thompson, que continuou com seus argumentos. "Temos de nos concentrar em desenvolver produtos comerciais de elevada qualidade que vão vender, pois custa muito caro falhar nesse negócio. A Nintendo já fez um bom trabalho em juntar diversão e educação, como com o Brain Training, por exemplo. Mas penso que para nós como indústria começarmos a copiar isto e começarmos a desenvolver produtos de "educanimento" só vai nos fazer perder muito dinheiro", concluiu o diretor da Microsoft. (Fonte: Ez.Mygames)