O principal objetivo deste blog é divulgar notícias, textos e artigos sobre a influência da mídia no cotidiano das pessoas, especialmente das crianças e dos adolescentes, envolvendo os aspectos biopsicosocial e espiritual.
Violência na mídia e os efeitos sobre as crianças

Celular funciona principalmente como videogame para crianças brasileiras

Navegação Segura na Internet e Combate à Pedofilia
Navegação Segura na Internet e Combate à Pedofilia - como proteger seus filhos dos perigos da internet
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Fontes:
Portal SaferNet BrasilCampanha Nacional de Combate à Pedofilia na Internet
Cartilha "Navegar com Segurança", do Instituto WCF-Brasil
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Cinema e TV apostam em espiritismo para alavancar audiência

Caminho inverso: Microsoft quer substituir a máquina pelo próprio ser humano

Uma Sociedade em Mudança

Exposição perigosa
Torna-se cada vez mais comum entre os adolescentes a troca de mensagens de texto picantes e imagens sensuais, o chamado sexting:
Silvana teve uma séria conversa com a filha e, desde então, monitora o que a menina faz na internet. “Pelas respostas, acredito que ela não tenha mostrado nada ao menino, mas se eu não tivesse pego, não sei o que poderia acontecer”, diz a servidora. A preocupação de Silvana é compartilhada por boa parte dos pais de adolescentes. Nas últimas semanas, notícias revelaram casos do chamado sexting entre brasileiros na faixa dos 12 aos 18 anos. A expressão – uma soma das palavras inglesas sex (sexo) e texting (envio de mensagens) – traduz a troca de imagens e textos sensuais por adolescentes por meio da web, em salas de bate-papo, sites de relacionamento e comunicadores instantâneos.
Rodrigo Nejm, diretor de Prevenção da organização não-governamental SaferNet, especializada em segurança na rede, afirma que o sexting não é recente, mas hoje há mais facilidade para praticá-lo. “Antes, para mandar uma foto sensual a alguém, era preciso ir até uma loja e pagar pela revelação. Isso sem falar que a imagem passaria por mãos desconhecidas nesse processo”, comenta Rodrigo. Com a popularização da web, essa etapa foi praticamente eliminada. “Hoje, há também uma imensa valorização do corpo, programas de TV de grande audiência que ressaltam o quanto é bacana mostrar sua intimidade”, diz o especialista. “Essa superexposição é um prato cheio para a garotada que busca autoafirmação”, completa.
O psicólogo Alexandre Pill, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática (NPPI) da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, lembra que a maioria das pessoas – tanto menores quanto adultos – não têm noção do alcance da web. “A internet amplifica a perda de controle. Você pode até tirar a roupa sem mostrar o rosto, mas pode ser reconhecido por alguma marca de nascença, pelos móveis do quarto”, exemplifica o especialista. Outro problema, destaca Alexandre, é que o material que vai parar na rede pode ser copiado por administradores de sites de pornografia, mesmo os que garantem usar apenas imagens de maiores de idade.
O destino das fotos e dos vídeos é tão incerto que pode, até mesmo, prejudicar o futuro dos jovens. “Na web, qualquer ação se eterniza, não fica restrita àquele momento”, aponta o diretor de Prevenção da SaferNet. Rodrigo Nejm lembra que, para entrar em carreiras públicas, há uma investigação da vida pregressa do candidato. E empresas privadas usam redes sociais para conhecer o perfil de futuros empregados. “Imagina o que se pode pensar de alguém que divulga sua intimidade na web. Se essa pessoa faz isso com o próprio corpo, talvez não tenha cuidado nenhum com informações da empresa”, exemplifica Rodrigo.
Menos comum, mas ainda assim possível e merecedor de atenção, é o risco de isso desencadear algum tipo de violência. Muitas vezes, o sexting não é uma troca íntima entre pessoas próximas – algo que, pelas características da internet, já é imprudente –, mas pode ocorrer entre quem se conhece apenas virtualmente. Como não se sabe quem, exatamente, é aquele outro que está assistindo ou lendo, não é possível descartar que seja alguém perigoso. [Fonte: AN]
*Nomes fictícios a pedidos das entrevistadas.
Como ter mais segurança:
A professora Gisela Carneiro, 33 anos, adota o diálogo na relação com o filho Ariel, 12. “Sempre converso com ele, oriento a ter contato somente com amigos conhecidos. Procuro observar o histórico da navegação, mas não tenho certeza se ele acessa apenas aquilo”, reconhece a mãe.
Ariel não se incomoda com o cuidado da mãe, mas reclama quando ela tenta saber o conteúdo de todas as suas mensagens. Mesmo com a obediência de Ariel, Gisela reclama que é muito complicado entender os recursos utilizados pelo menino. “Sei que ele não vai sair por aí se expondo, mas há muitas influências externas e, nessa idade, eles tendem a fazer exatamente o contrário do que a gente fala”, diz a professora.
Para evitar que o sexting ocorra, outra dica dos psicólogos é conversar abertamente sobre sexualidade. “Os jovens usam a rede para paquerar. Se antigamente as pessoas iam para os bailes e dançavam música lenta, hoje o flerte é virtual. O sexting dá uma apimentada nisso”, afirma Rodrigo Nejm, da SaferNet. Para o especialista, a missão dos pais é discutir o tema sem ficar careta. “A sexualidade existe desde que a gente nasce. A família precisa debater os limites disso com o jovem”, aconselha.
Para saber mais
E a Justiça?
- Além de se colocar em uma situação constrangedora, o adolescente que exibe o corpo na internet está praticando um crime.
- O artigo 233 do Código Penal criminaliza qualquer ato obsceno exposto ao público. Nesses casos, a apuração do caso fica a cargo da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).
- A prática do sexting também pode fazer com que o jovem se torne vítima. A Lei nº 11.828 de 2008 alterou dois artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e incluiu a aquisição e a posse de pornografia infantil na lista das infrações passíveis de condenação.
- “Esse foi um grande avanço para o País, porque passou a criminalizar o armazenamento das imagens”, comenta o promotor Renato Barão Varalda, da Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude do Ministério Público do Distrito Federal. Renato lembra, porém, que a polícia ainda enfrenta uma série de dificuldades na apuração de crimes cibernéticos. “Os agentes precisam de ordem judicial para obter dados cadastrais dos usuários com os provedores, e isso, muitas vezes, leva tempo”, aponta.
Memória
Julho de 2010
Sexo via Twitcam
No fim do mês passado, dois adolescentes gaúchos fizeram sexo e transmitiram as cenas via Twitcam, serviço de compartilhamento da sua webcam no Twitter. A dupla – um menino de 16 e uma menina de 14 – disse à polícia que a ação começou após uma aposta em um jogo de cartas online. Conforme o acertado, a garota teria de tirar uma peça de roupa a cada vez que a audiência do vídeo aumentasse. Vinte e duas mil pessoas assistiram à cena.
Outubro de 2009
Dentro da escola
Três adolescentes colocaram na internet cenas de sexo oral gravadas dentro do vestiário da Escola Estadual Ulysses Guimarães, em Belém do Pará. Nas imagens, uma estudante aparece com um dos garotos, enquanto o segundo adolescente está gravando a cena e chega a confirmar que a câmera está ligada. Depois da divulgação, os três foram remanejados para outras escolas.
Novembro de 2008
No YouTube
Em Sertãozinho, no interior de São Paulo, cinco rapazes maiores de idade fizeram sexo com uma adolescente de 15 anos. As cenas foram parar no YouTube e mostram que, em nenhum momento, há constrangimento no grupo. O Conselho Tutelar da cidade interveio e confirmou que a garota consentiu com as relações. O caso, porém, foi parar na Justiça. [Fonte: AN]

Estudo: super-heróis de hoje têm influência negativa em meninos


Ficar online aumenta as chances de ficar apaixonado

Pesquisadores da Universidade de Stanford afirmaram que a Internet é especialmente importante para unir casais de pessoas do mesmo sexo e, em breve, poderá substituir os amigos como a primeira maneira na qual os norte-americanos conhecem seus parceiros.

Pesquisadores fazem teletransporte virtual de objetos

Empresa cria sistema para jogar games com o movimento dos olhos
A empresa norte-americana Waterloo Labs desenvolveu um sistema chamado de Eye System que permite controlar os jogos de videogame apenas com os olhos. Eles utilizam eletrodos que são grudados no rosto, próximo aos olhos, que conseguem medir a mudança de carga dos elétrons presentes no globo ocular. Esta mudança que permite ao sistema interpretar movimentos e controlar o personagem do game.
De acordo com a empresa, na parte frontal do globo ocular estão elétrons positivos, enquanto na parte traseira, estão elétrons negativos. Os sensores colocados nos lados direito e esquerdo do rosto captam pequenas mudanças neste campo elétrico. Nos testes, o jogador pode controlar Mario no game “Super Mario bros.”, do NES, apenas movimentando os olhos.
O sistema ainda está em fase experimental e não há previsão de chegar ao mercado. Segundo a Waterloo Labs, a tecnologia poderá ser utilizada para ajudar gamers com alguma deficiência física que os impede de jogar videogame da forma tradicional. O Eye System também poderá ser utilizado em jogos de realidade aumentada.

Internautas entre 6 e 14 anos passam 25% do tempo em entretenimento
Os internautas brasileiros entre 6 e 14 anos passam mais de 60% do tempo de navegação em sites de entretenimento, conversas com amigos via comunicadores instantâneos e redes sociais, de acordo com uma pesquisa feita pela consultoria comScore, divulgada nesta quarta-feira (30).
De acordo com os números da empresa, referente aos mês de maio, os usuários nesta faixa etária representam 12% da população conectada no país. Os sites de entretenimento somaram 25% do tempo on-line, seguidos por Instant Messengers (22%) – como MSN e Gtalk – e redes sociais (15%).
A comScore mensura o uso da internet por meio de um sistema onde os administradores da casa cedem permissão à coleta de informações. Em maio de 2010, havia 40,7 milhões de usuários únicos da internet com idade de seis anos ou mais no Brasil, acessando de casa ou do trabalho, de acordo com a pesquisa. Desse público, usuários com idade entre seis e 14 anos representaram 4,8 milhões de visitantes únicos, ou 11,9% do total. Pessoas entre 15 e 34 anos somaram 56,1%, enquanto usuários de 35 anos ou mais somaram os restantes 32,1%.
Em termos de consumo de conteúdo, usuários de seis a 14 anos consumiram menos que 2% do total de páginas e minutos em maio. Usuários de 15 a 24 anos e 25 a 34 consumiram a maior proporção de páginas e minutos, com ambos os segmentos somando mais de 30% do total de minutos e páginas no mês.
A comScore agora também divulgará suas pesquisas segmentando o uso de internet no Brasil pelas cinco regições geográficas do país. Os dados de maio revelaram que a região Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) representa 67% do total de usuários, 66% de páginas de conteúdo consumido e 65% de minutos gastos on-line no país. [Fonte: G1]

Finlândia promulga lei que torna Internet de banda larga direito básico

Nesta quinta-feira (01/07/2010), o governo da Finlândia determinou por lei que o acesso à Internet banda larga seja um direito básico de qualquer cidadão do país. A medida obriga as operadoras a oferecer o serviço a preços razoáveis para que qualquer pessoa possa usufruir do serviço.
O órgão regulador no país, o Finnish Communications Regulatory Authority (Ficora), estabeleceu que o valor mensal a ser cobrado não poderá ultrapassar quarenta euros.
De acordo com o ministro das Comunicações, Suvi Linden, um "preço razoável e uma alta qualidade de uma conexão de alta velocidade será um direito básico de todos", segundo informa o Valor Online.
Segundo dados oficiais do governo, na Finlândia, que tem uma população de 5,3 milhões de habitantes, 99% dos lares já têm acesso a Internet banda larga de 1Mbps (megabit por segundo).

Pesquisa relaciona Twitter com conforto emocional


"UMA CILADA PARA ROGER RABBIT", ou, "UMA CILADA PARA AS CRIANÇAS"?



INFÂNCIA EXPOSTA: Erotização precoce e pública
Durante três minutos, um menino de cerca de dois anos dança só de fraldas em cima de uma mesa. Feliz, rebola e faz movimentos ritmados imitando o ato sexual. Ao som da banda baiana Kuduro, exibe uma coreografia altamente erotizada à qual provavelmente assistiu repetidas vezes, até aprender. Os que presenciam a cena, orgulhosos, registram cada movimento com seus telefones celulares e filmadoras (ver aqui).
Poderia ser apenas mais um vídeo caseiro de mau gosto postado no mundo-cão da internet. Mas a situação tem um agravante. Um blog – dedicado a divulgar fatos bizarros, é claro – hospedado no site de um dos mais respeitados jornais do país não só recomenda o vídeo como também disponibiliza o link para quem quiser assistir. E diz: "É a prova viva que brasileiro nasceu dançando...Vale a pena conferir!"
Danos duradouros:
Neste caso, de quem é a responsabilidade sobre a exposição indevida do menino? Da família que, no auge da euforia, não percebe os riscos da brincadeira? Se nem avalia uma possível queda, poderia estimar o potencial explosivo do vídeo nas mãos dos milhares dos pedófilos sempre de plantão na rede? Das autoras do blog? Podem ser culpadas por divulgar a dança inusitada? Do jornal que abriga o blog? Da sociedade que se diverte? Ou do Estado que se omite?
A questão da responsabilidade pelo conteúdo na internet é nebulosa, mas o Estatuto da Criança e o Adolescente é claro: "É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente".
A fama do menino termina em 15 minutos. Já a erotização precoce e pública deixa marcas profundas. [Fonte: Observatório da Imprensa]

De Vilão a Aliado
Pesquisa absolve celular na escola:
Estudo internacional aponta que o aparelho ajuda na aprendizagem:
Condenado pelos incômodos gerados no ambiente escolar, o telefone celular está prestes a se transformar em um aliado no processo de aprendizagem, segundo um estudo de um grupo de pesquisadores internacionais.
O relatório Horizon 2010, que identifica tecnologias que podem ter impacto na educação nos próximos anos, aponta o celular como uma das ferramentas pedagógicas do futuro.
Resultado da troca de informações entre especialistas de mais de 300 universidades ao redor do mundo, o estudo coordenado pelas organizações New Media Consortium e Educause bate de frente com a visão de professores país afora, que culpam o celular pela distração dos estudantes.
Pelo estudo, o celular pode ser útil para pesquisas durante a aula, para gravar trechos de explicações do professor e até para compartilhar com a turma, por meio de redes sociais como o Twitter e blogs, dados de saídas a campo. Única brasileira a participar da edição mais recente do relatório internacional, Cristiana Assumpção defende que educadores brasileiros repensem a postura quanto ao uso da comunicação móvel na escola.
– O celular é uma ferramenta que está na mão de todos, não importa a classe social. Não se pode tapar uma coisa que está vindo como um rolo compressor. Com a proibição, os alunos logo encontram uma forma de contornar isso, fazendo às escondidas. O pensamento deveria ser: já que estão usando, como podemos fazer para usar melhor? – afirma a especialista em tecnologia da educação, coordenadora dessa área no Colégio Bandeirantes, de São Paulo (SP).
Em Santa Catarina, o uso de celular em sala de aula é proibido pela lei 14.363, de janeiro de 2008, em escolas públicas e instituições privadas.
Mas, para o diretor de educação básica e profissional da Secretaria de Estado da Educação, Antônio Elízio Pazeto, todas as tecnologias que agreguem conteúdos são válidas na hora de ensinar.
– Quanto mais tecnologia, melhor. Desde que usada devidamente e em consenso com o professor – afirma.
Segundo Pazeto, é possível admitir que o telefone celular contribua para a aprendizagem quando usado para fazer pesquisas. Mas ele percebe que os alunos têm o hábito de usar o aparelho apenas para fazer ligações e mandar torpedos. [Fonte: Jornal DC]
“O segredo não é banir o celular”
ENTREVISTA: Larry Johnson, diretor executivo do New Media Consortium
Diretor executivo do New Media Consortium e um dos coordenadores do estudo, o norte-americano Larry Johnson defende que professores precisam adaptar o uso dos celulares na escola. Ele concedeu entrevista por e-mail. Diário Catarinense – Como os celulares podem ser úteis nas salas de aula? Larry Johnson – Os celulares, mesmo os mais simples e baratos, são pequenos dispositivos de captura multimídia essenciais. Fotografam, filmam, enviam mensagens e, obviamente, permitem ligações. São uma maneira fácil de criar um blog que possa receber entradas de telefones (textos, torpedos, vídeos e áudios). Então, um computador localizado em qualquer lugar pode expor aquela informação produzida para o mundo. DC – Os professores costumam ter problemas com os celulares, pois os alunos perdem a concentração. O que o senhor diz sobre isso? Johnson – Esse tipo de preocupação é baseada na questão de que os telefones podem ser usados para diversas atividades – e crianças deixadas à vontade se dispersam algumas vezes. O segredo não é banir o celular, mas usá-lo. As escolas devem procurar maneiras de usar os celulares e buscar compreender como transformá-los em ferramentas à aula. DC – Como os professores podem fazer o uso educacional dos telefones celulares? Johnson – Os professores precisam reconhecer que os estudantes usam seus telefones como forma de aprendizagem o tempo todo – apenas não para os tipos de aprendizagem que os professores ordenam. [Fonte: DC]

TV 3D na França aposta em esporte e sexo
As empresas francesas estão apostando em esportes e pornografia para atrair telespectadores à compra de televisores 3D, mas a adoção em massa da nova tecnologia só surgirá quando esta se tornar mais confortável e os preços caírem, dizem especialistas.
Os televisores 3D fabricados pela Panasonic, Sony e Samsung chegaram ao mercado francês em maio, e mesmo que o volume de vendas tenha permanecido baixo, as fabricantes apostam em uma rápida decolagem.
"Os telespectadores estendiam os braços para apanhar as balas nos comerciais em 3D da Haribo exibidos em cinemas. E quando seios saltam da tela, é a mesma coisa - as pessoas estendem as mãos para tocá-los," disse Philippe Gerard, co-fundador da 3Dlized, que está trabalhando com Marc Dorcel, produtor de conteúdo adulto, em novas produções tridimensionais.
Desde que o altamente lucrativo Avatar, de James Cameron, abriu as portas para a tecnologia 3D em cinemas, produtores e redes de TV vêm expressando entusiasmo em aproveitar os efeitos especiais e as novas sensações que a tecnologia torna possíveis.
Especialistas consideram que futebol, boxe e rúgbi, bem como outras formas de entretenimento, a exemplo de ópera, balé e shows eróticos, devem liderar a campanha de atração. Outros tipos de imagens, como as exibidas em telejornais, são vistas como inapropriadas à nova mídia.
"Ao contrário da televisão HD, a 3D não significa uma transformação da TV em curto prazo. Não vamos dizer aos franceses que, se não comprarem um televisor 3D amanhã, não terão televisão para assistir," disse Gilles Maugars, diretor assistente de tecnologias da rede de TV TF1, à Reuters.
O grupo de pesquisa de mercado Gfk considera que as vendas na França devam chegar a 200 mil unidades até o final do ano, e estima que apenas em maio as vendas atinjam mil unidades. As fabricantes demonstram mais otimismo, e planejam vender meio milhão de televisores 3D este ano.
A Gfk estima que as vendas gerais de televisores crescerão em 18% este ano na França, para 8,7 milhões de unidades. Os preços dos televisores 3D começam em 1,3 mil euros (US$ 1,6 mil), e mais US$ 100 pelo par de óculos especiais, que todos os espectadores precisam usar.[Fonte: Terra]

Microsoft lança videogame sem controle remoto
Demonstração do Project Natal, renomeado Kinect, em Los Angeles

Trinta e seis horas antes da abertura do salão de videogames Eletronic Entertainment Expo (E3), analistas e a imprensa especializada puderam descobrir como os sensores de movimento do "Kinect" permitem que o jogador controle o console Xbox 360 apenas com gestos naturais.
Uma câmera em 3D permite ao jogador conduzir um carro apenas com as mãos, como se estivesse segurando um volante imaginário. Nos jogos de artes marciais ou de esportes, basta fazer alguns movimentos para que o personagem na tela se ative.
Um grupo do Cirque du Soleil foi convidado para a festa de lançamento para ilustrar todas as possibilidades do sistema: ginastas corriam no meio do público, saltavam, se contorciam e davam voltas demonstrando os jogos do "Kinect".
Os detalhes técnicos e de marketing, como preço, por exemplo, dos jogos "Kinect" serão estabelecidos durante uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira.
Os concorrentes Sony e Nintendo também vão apresentar seus novos sistemas de controle para seus consoles Playstation e Wii, assim como novo jogos, no salão de jogos eletrônicos que começa, oficialmente, na terça-feira. [Fonte: AFP]

Google deixa pessoas mais inteligentes, diz Don Tapscott
Em palestra no Brasil, guru da economia digital, autor do conceito do Wikinomics, explica como a "Geração Net" está mudando o mundo
Muita coisa está mudando no mundo com a chegada da Geração Y - que o canadense prefere chamar de Geração Net - ao mercado de trabalho. "Pela primeira vez na história, crianças e adolescentes passaram a ser consideradas autoridade em algum assunto, a saber mais do que os professores, do que os pais", diz. Ele citou diversos exemplos de jovens que conheceu há alguns anos para ilustrar sua tese, como uma menina que não lê jornal porque "só é atualizado uma vez por dia", uma adolescente que considera o e-mail ultrapassado diante de mensageiros instantâneos e redes sociais, e um garoto que dá aulas sobre internet e computadores para seus professores. "Certa vez fui fazer uma palestra em uma reunião da Felaban [Federação Latino Americana de Bancos], em Bogotá, e apresentação deu problemas. Pedi para falar com o responsável pela tecnologia do local e, em meio a um monte de equipamentos de ponta, estava um menino de 13 anos", contou o palestrante para abrir sua sessão. [Portal Exame]

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A síndrome do "desejo de desaparecer": cada vez mais pessoas têm a fantasia de fugir e deixar tudo para trás - *O desejo de desaparecer e deixar tudo para trás é comum em muitas pessoas© Getty Images* Às vezes, quando a vida fica difícil, um pensamento inevitáve...